A EFETIVAÇÃO DO DIREITO FUNDAMENTAL À CONVIVÊNCIA FAMILIAR NA GUARDA COMPARTILHADA

  • Cláudia Cinara Locateli UNOESC
  • Mayara Gonçalves Moreira Tiempo UNOESC

Resumo

A dissolução da sociedade conjugal gera desgastes, principalmente para os filhos, pois independentemente do motivo que ocasionaram a ruptura, não se pode eximir a responsabilidade paterno-filial. Visando resguardar os direitos fundamentais das crianças e adolescentes de forma prioritária, o modelo de guarda compartilhada efetiva à convivência familiar contribui para garantir o melhor interesse da criança e do adolescente, de modo a impedir o afastamento do aconchego e do convívio familiar.

Palavras-chave: Direito fundamental. Proteção da Criança e Adolescente. Convivência familiar. Guarda compartilhada.

 

Biografia do Autor

Cláudia Cinara Locateli, UNOESC
Mestre em Direito.
Mayara Gonçalves Moreira Tiempo, UNOESC
Acadêmica; do 7º período do Curso de Direito da Universidade do Oeste de Santa Catarina – UNOESC, Estagiária; da 1º Vara Cível do Fórum da Comarca de São Miguel do Oeste – Santa Catarina.
Publicado
19-12-2012