ARMAZENAMENTO DE SEMENTES DE OCOTEA PUBERULA RICH (NESS.)

Autores

  • Sabrina K. Carini Acadêmica do curso de Ciências Biológicas, Unoesc, Joaçaba, SC, Brasil.
  • Katiane Paula Bagatini Professora do curso de Ciências Biológicas, Unoesc, Joaçaba, SC, Brasil.

Resumo

No presente estudo visou-se avaliar o comportamento fisiológico de sementes de Ocotea puberula (Lauraceae) sob diferentes condições de armazenamento. As sementes foram coletadas no Município de Campos Novos, SC, Brasil, em fevereiro de 2014, beneficiadas, desinfestadas e passaram por processos de assepsia. As sementes foram divididas em cinco tratamentos: T1 – sementes úmidas sem armazenamento; T2 – sementes úmidas armazenadas por 90 dias em embalagem semipermeável no refrigerador; T3 – sementes secas sem armazenamento; T4 – sementes secas armazenadas por 90 dias em embalagem impermeável no refrigerador; e T5 – sementes secas armazenadas por 90 dias em embalagem impermeável no congelador. A secagem foi realizada em estufa com circulação de ar forçado, a 20 °C com umidade relativa aproximada de 60%. As sementes, de todos os tratamentos, foram submetidas ao teste de germinação, em substrato areia, realizado em câmara incubadora do tipo BOD, com fotoperíodo de 12 horas e temperatura de 30 °C. As sementes não passaram por nenhum tratamento de superação de dormência. As sementes não germinadas foram submetidas ao teste de Tetrazólio. O teor de água inicial das sementes foi de 31,25%; após a secagem, estas atingiram 17,65%, e durante o armazenamento, tanto em refrigerador quanto em congelador, aumentaram para 57,5% (T4) e 56,55% (T5). Tal situação pode elevar o metabolismo das sementes e ocasionar sua morte. As sementes do T1 apresentaram germinação de 10%, enquanto as sementes dos demais tratamentos não germinaram, sendo confirmada a inviabilidade pelo teste de Tetrazólio. Em razão da baixa qualidade inicial das sementes, demonstrada pelo índice de germinação do T1 de apenas 10%, não é possível verificar se o armazenamento, nas condições testadas, afetou o potencial germinativo. As causas da perda completa da viabilidade de Ocotea puberula podem estar relacionadas ao comportamento recalcitrante ou à baixa qualidade inicial.

Palavras-chave: Comportamento fisiológico. Viabilidade. Recalcitrância. Qualidade fisiológica. Canela Guaicá.

Biografia do Autor

Sabrina K. Carini, Acadêmica do curso de Ciências Biológicas, Unoesc, Joaçaba, SC, Brasil.

Área ACV.

Katiane Paula Bagatini, Professora do curso de Ciências Biológicas, Unoesc, Joaçaba, SC, Brasil.

Área ACV. Doutoranda em Produção Vegetal, UDESC, Lages, SC, Brasil. 

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Publicado

08-09-2015

Como Citar

Carini, S. K., & Bagatini, K. P. (2015). ARMAZENAMENTO DE SEMENTES DE OCOTEA PUBERULA RICH (NESS.). Seminário De Iniciação Científica E Seminário Integrado De Ensino, Pesquisa E Extensão. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/siepe/article/view/8353

Edição

Seção

Joaçaba - Ensino