TEOR DE NUTRIENTES E MATÉRIA SECA EM PLANTAS DE MILHETO SUBMETIDAS À ADUBAÇÃO ORGÂNICA

Autores

  • Mauricio Vicente Alves Universidade do Oeste de Santa Catarina
  • Cristiano Nunes Nesi Universidade do Oeste de Santa Catarina
  • Débora Cristina Antunes Da Cruz Universidade do Oeste de Santa Catarina
  • Albino Borges Santos Universidade do Oeste de Santa Catarina
  • Andressa Classer Bender Universidade do Oeste de Santa Catarina.
  • Ailson Moraes Rosa Universidade do Oeste de Santa Catarina

Resumo

O estudo foi conduzido na cidade de Xaxim sob Latossolo Bruno; o clima da região é classificado como Cfa. Foi utilizada a variedade de milheto ANM 17, semeado a lanço em 26 de dezembro de 2014. O objetivo neste estudo foi testar a utilização de um composto orgânico como adubação a fim de avaliar os teores e acúmulos de nitrogênio, fósforo, potássio e matéria seca, em vários estádios e cortes da cultura com diferentes doses e em comparação com a adubação mineral. O delineamento experimental utilizado foram blocos casualizados com parcelas subdivididas (épocas de corte) com quatro repetições. Os tratamentos consistiram em doses do adubo orgânico, 0 (testemunha), 50, 100, 150 e 200% da dose recomendada (que foi de 21,6 t.ha-1, sendo essa balizada pelo nitrogênio, pois o objetivo era sanar todos os nutrientes) e adubação mineral (AM). Após os dados obtidos em laboratório, foram submetidos à análise ANAVA e à análise de regressão linear simples. As amostras das plantas de milheto foram coletadas com o auxílio de uma tesoura com altura de corte de 5 cm. Posteriormente, foram secas em estufas, moídas e submetidas a análises para determinação dos teores de nutrientes e MS. Os maiores acúmulos de matéria seca foram obtidos na dose 200 da parcela com corte 60 dias após a semeadura (17,8 t.ha-1), resultando em maiores acúmulos de nutrientes, apesar de apresentarem teores menores em relação à parcela com corte aos 30, 60 e 90 dias após a semeadura). As doses AM e 100 apresentaram resultados semelhantes e não diferiram significativamente nas três amostragens. O potássio foi o nutriente que mais acumulou na planta nos três cortes. O nitrogênio teve grande efeito na fase inicial, demonstrando que seu acúmulo aumentou linearmente com o aumento dos níveis de adubação, quando sua demanda é maior para o crescimento vegetativo, até a fase de florescimento, quando os teores são menores em relação à fase vegetativa.

Palavras-chave: Nutrientes. Composto orgânico. Pennisetum glaucum.

Biografia do Autor

Mauricio Vicente Alves, Universidade do Oeste de Santa Catarina

Eng. Agr. prof. Dr. do Curso de Agronomia UNOESC, Campus, Xanxerê.

Cristiano Nunes Nesi, Universidade do Oeste de Santa Catarina

Eng. Agr. prof. Dr. do Curso de Agronomia UNOESC, Campus, Xanxerê

Débora Cristina Antunes Da Cruz, Universidade do Oeste de Santa Catarina

Graduando de agronomia.

Albino Borges Santos, Universidade do Oeste de Santa Catarina

Graduando de agronomia.

Andressa Classer Bender, Universidade do Oeste de Santa Catarina.

Graduando de agronomia.

Ailson Moraes Rosa, Universidade do Oeste de Santa Catarina

Graduando de agronomia.

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Publicado

08-09-2015

Como Citar

Alves, M. V., Nunes Nesi, C., Antunes Da Cruz, D. C., Borges Santos, A., Classer Bender, A., & Moraes Rosa, A. (2015). TEOR DE NUTRIENTES E MATÉRIA SECA EM PLANTAS DE MILHETO SUBMETIDAS À ADUBAÇÃO ORGÂNICA. Seminário De Iniciação Científica E Seminário Integrado De Ensino, Pesquisa E Extensão. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/siepe/article/view/7828

Edição

Seção

Xanxerê - Pesquisa