BAIXA AUTO ESTIMA – UM ESTUDO DE CASO EM PSICOLOGIA

  • Carmen Lucia Figueiredo Dagostini unoesc
  • Ana Paula Varela Stürmer

Resumo

Nas crianças, uma baixa autoestima pode desenvolver sentimentos como a angústia, dor, desânimo, preguiça, vergonha, entre tantos outros sentimentos ruins. Em razão disso, auxiliar para que a criança mantenha uma autoestima positiva é uma tarefa fundamental para o crescimento da mesma. O ambiente familiar é o fator que mais influencia na autoestima das crianças. Isso quer dizer que é dentro do ambiente familiar, aonde as crianças vão crescendo e formando sua personalidade. O que sua família pensa dela, é de fundamental importância. Muitos muitas vezes apontam constantemente os pontos negativos da criança, suas falhas e defeitos, e esquecem-se de parabeniza-los diante de suas conquistas e qualidades. Isso pode levar a criança a sentir-se desvalorizada, e, em razão disso, comparar-se com as demais, sempre se vendo como alguém inferior, o que leva a prejuízos na vida pessoal e social da mesma. O presente artigo teve como objetivo principal investigar e analisar a função dos comportamentos apresentados na queixa familiar e escolar, e os objetivos específicos de compreender a baixa autoestima do paciente, identificar a encoprese vinculada a autoestima e abordar a importância familiar no processo terapêutico. Para isso, a formação de vínculo no processo terapêutico, além de os aspectos emocionais, as situações vivenciadas na prática e o processo psicoterapêutico.

Biografia do Autor

Carmen Lucia Figueiredo Dagostini, unoesc
Carmen Lucia Arruda de Figueiredo Dagostini, psicologa, professora da Unoesc no curso de Psicologia
Publicado
28-08-2018
Como Citar
Dagostini, C. L. F., & Stürmer, A. P. V. (2018). BAIXA AUTO ESTIMA – UM ESTUDO DE CASO EM PSICOLOGIA. Seminário De Iniciação Científica, Seminário Integrado De Ensino, Pesquisa E Extensão E Mostra Universitária. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/siepe/article/view/18490
Edição
Seção
Joaçaba - Ensino