@article{Andreola_2016, title={PAULO FREIRE E A CONDIÇÃO DA MULHER}, volume={41}, url={https://periodicos.unoesc.edu.br/roteiro/article/view/10398}, DOI={10.18593/r.v41i3.10398}, abstractNote={<p><strong>Resumo</strong>: De natureza bibliográfica, neste ensaio teve-se por objetivo (re)visitar o tema da condição da mulher na obra de Freire. O autor denuncia toda forma de discriminação. A da mulher, mais explicitamente em <em>Pedagogia da Esperança</em>,<em> À sombra desta mangueira</em>,<em> Pedagogia da Indignação </em>e<em> Pedagogia dos sonhos possíveis</em>. Sobre <em>Pedagogia do Oprimido</em> declarou que jamais teria escrito o livro se permitisse oprimir suas filhas, sua mulher ou as mulheres com quem trabalhava. Mas aceitou as críticas das feministas americanas de que a linguagem daquele livro era machista. Por outro lado, um amplo movimento feminista na Suíça se inspirou naquela obra para sua luta, sem vê-la na mesma linguagem machista. Segundo o grande linguista Manfred Peters, a mudança da linguagem machista deve inserir-se num processo de transformação social, sem o qual somente alterações da linguagem não resolvem o problema.</p><p><strong>Palavras-chave</strong>: Mulheres. Machismo. Feminismo. Freire. Discriminação.</p><p> </p><p><em>PAULO FREIRE AND WOMAN CONDITION</em></p><p align="center"><em><br /></em></p><p><strong>Abstract</strong>:<strong> </strong>This article of bibliographical nature has as objective to (re)visit the issue of the woman condition in Freire’s work. Hes denounces all forms of discrimination. The one of the woman, more explicitly in <em>Pedagogy of Hope</em>, <em>In the shadow of this hose</em>, <em>Pedagogy of Indignation </em>and<em> Pedagogy of possible dreams. </em>About<em> Pedagogy of the Oppressed</em>, he has stated that he would never have written the book if it permitted to oppress his daughters, his wife or the women with whom he worked. But he accepted the criticisms of American feminists that the language of that book was chauvinist. On the other hand, a broad feminist movement in Switzerland was inspired on that work for its struggle, without seeing the same chauvinist language. According to the great linguist Manfred Peters, the change of the chauvinist language should insert itself into a process of social transformation, without which no language changes would solve the problem.</p><p><strong>Keywords</strong>: Women. Chauvinism. Feminism. Freire. Discrimination.</p><p> </p><p align="center"><em>PAULO FREIRE Y LA CONDICIÓN DE LA MUJER</em></p><p><strong>Resumen</strong>:<strong> </strong>De naturaleza bibliográfica, el ensayo tiene como objetivo (re)visitar el tema de la condición de la mujer en la obra de Freire. El autor denuncia toda forma de discriminación. La de la mujer, más explícitamente en <em>Pedagogía de la Esperanza</em>,<em> A la sombra de esta manguera</em>,<em> Pedagogía de la Indignación </em>y<em> Pedagogía de los sueños posibles.</em> Sobre <em>Pedagogía del Oprimido</em>, declaró que jamás habría escrito el libro si permitiese oprimir a sus hijas, a su mujer o a las mujeres con las que trabajaba. Pero aceptó las críticas de las feministas estadounidenses de que el lenguaje de aquel libro sería machista. Por otro lado, un amplio movimiento feminista en Suiza se inspiró en aquella obra para su lucha, sin ver en ella lenguaje machista. Según el gran lingüista Manfred Peters, el cambio del lenguaje machista se debe inserirse en un proceso de transformación social, sin el cual tan sólo alteraciones del lenguaje no resolverían el problema.</p><p><strong>Palabras-clave</strong>:<strong> </strong>Mujeres. Machismo. Feminismo. Freire. Discriminación.</p>}, number={3}, journal={Roteiro}, author={Andreola, Balduino Antonio}, year={2016}, month={out.}, pages={609–628} }