https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/issue/feed RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia 2019-10-03T14:31:06+00:00 Ieda Margarete Oro race@unoesc.edu.br Open Journal Systems <p>E-ISSN 2179-4936</p> https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/21925 Folha de rosto 2019-09-05T17:23:02+00:00 Editora Unoesc editora@unoesc.edu.br 2019-08-26T14:45:18+00:00 Copyright (c) 2019 Editora Unoesc https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/21919 Editorial 2019-09-05T17:20:19+00:00 Ieda Margarete Oro ieda.oro@unoesc.edu.br 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Ieda Margarete Oro https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/17779 Acesso das cooperativas ao Incentivo Fiscal à Inovação no Brasil 2019-09-05T17:23:23+00:00 Aziz Eduardo Calzolaio aecalzolaio@ucs.br Heitor Jose Cademartori Mendina heitor-mendina@sescooprs.coop.br <p><em>O objetivo deste artigo é elucidar as práticas realizadas pelas cooperativas agropecuárias quanto à gestão tributária, contábil e gerencial vinculada ao Incentivo Fiscal à Inovação (IFI). Nesse sentido, investigou-se a relação entre o regime tributário das cooperativas e o acesso ao IFI. Para entender isso melhor, realizou-se uma pesquisa de natureza qualitativa cujo método de investigação selecionado foi o de estudo de caso único, sendo a unidade de análise uma Central de Cooperativas Agroindustriais brasileira. Tal Central congrega um conjunto de 30 cooperativas agroindustriais e possui o&nbsp;maior parque industrial de leite em pó da América Latina. Além disso, tal organização aloja um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&amp;D). Como resultado, inferiu-se que os dispositivos que normatizam o incentivo à inovação se confrontam com a natureza das cooperativas, diminuindo a capacidade que essas organizações possuem para se apropriar dessa política. Assim, existe um fator redutor da participação das cooperativas no IFI. Com isso, sugere-se um debate envolvendo diversos atores do sistema de inovação no qual as cooperativas estão envolvidas para decidir se tal fator redutor deve ser superado ou aceito. Por fim, a gestão contábil, administrativa e gerencial, que já era rotineiramente operacionalizada na Central, foi capaz de atender aos novos procedimentos específicos relacionados à utilização da política em debate, sem a implementação de novos processos.</em></p> 2019-07-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19059 A riqueza socioemocional e o declínio em uma empresa familiar: um estudo da Guerra S.A. 2019-09-05T17:21:59+00:00 Michele Josiane Rutz Buchweitz michelejrb@gmail.com Ana Paula Capuano da Cruz anapaulacapuanocruz@hotmail.com Marco Aurélio Gomes Barbosa marcoaureliogb@gmail.com Thais Aparecida Pereira thais.2013.rs@gmail.com <p>Este estudo buscou analisar os fatores que levaram a empresa Guerra S.A. ao declínio e posterior encerramento das atividades. A informação fidedigna proporcionada pela contabilidade permite decisões assertivas ao longo da vida das organizações, tornando-as competitivas e propiciando desenvolvimento no decorrer das gerações familiares donas do negócio. Assim, desenvolveu-se esta pesquisa sob a perspectiva dos ciclos evolutivos e da riqueza socioemocional, abordando-se, em especial, o declínio organizacional—uma fase do modelo do ciclo de vida proposto por Miller e Friesen (1984). A investigação foi realizada por meio de análise de conteúdo de reportagens extraídas de jornais e outras mídias virtuais. Optou-se por uma abordagem qualitativa, ao utilizar dados obtidos de fonte escrita. As comprovações obtidas sugerem que o declínio, última fase do ciclo de vida organizacional e, consequentemente, a falência e o encerramento das atividades da Guerra S.A. deveram-se muito pelo fato de os tomadores de decisão não atuarem de forma eficaz e enérgica na resolução dos problemas enfrentados pela empresa e por disputas de interesse entre a controladora e o membro familiar que respondia por cotas minoritárias das ações. Em síntese, esta pesquisa contribui para que empresas familiares e seus representantes compreendam a relevância que aspectos emocionais podem trazer à empresa familiar por meio da abordagem da riqueza socioemocional.</p> <p class="Standard" style="text-indent: 0cm; line-height: 150%;"><span style="font-size: 12.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman',serif; letter-spacing: -.15pt;">&nbsp;</span></p> 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/20618 Assegurar ou não assegurar? Eis a questão: uma análise dos fatores associados à asseguração dos relatórios de sustentabilidade 2019-09-05T17:20:39+00:00 Gabriela Borges Silveira gabi_confiante@yahoo.com.br Janaína da Silva Ferreira janix_17@msn.com Robson Benedito Farias farias.robson@gmail.com Hans Michael Van Bellen hans.michael@ufsc.br Suliani Rover sulianirover@gmail.com <p>Asseguração é processo voluntário de verificação externa que objetiva atribuir confiabilidade e transparência às informações contidas nos Relatórios de Sustentabilidade (RS). Desse modo, esta pesquisa teve por objetivo verificar os fatores que estão associados à asseguração dos RS. A amostra deste estudo compreende as empresas listadas no índice IBrX-100 da B3 no período de 2011 a 2015. Por meio da técnica de Análise de Correspondência (Anacor) realizou-se o Teste Qui-quadrado entre as variáveis: Impacto, Ativo, Receita Líquida, ROA, ROE, Endividamento, ADR, Setor Regulado, ISE, Governança Corporativa, Auditoria e GRI e a asseguração dos RS em cada ano. E para visualizar as associações, por meio de mapas perceptuais, utilizou-se a Análise de Homogeneidade (HOMALS). De acordo com os resultados, quatro variáveis se mostraram mais associadas à asseguração dos RS em todos os anos: Setor Regulado, ISE, <em>GRI</em> e Auditoria. Esses achados sugerem que as empresas atuantes em setores regulados e com maiores práticas de sustentabilidade estão mais associadas à asseguração dos RS. Além disso, a asseguração é realizada em sua maioria por empresas de auditoria, e o padrão mais utilizado na elaboração dos relatórios é o <em>GRI</em>.</p> 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Gabriela Borges Silveira, Janaína da Silva Ferreira, Robson Benedito Farias, Hans Michael Van Bellen, Suliani Rover https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/18042 Ideologia de vida e motivação empreendedora 2019-09-05T17:22:19+00:00 Andrea Luisa Bozzo andrea.bozzo@uol.com.br Henrique Mello Freitas freitas138@gmail.com Cristina Dai Prá Martens cristinadpmartens@gmail.com Alex De Souza Santana alexsantana.gp@gmail.com <p>O empreendedorismo por estilo de vida tem sido reconhecido como um dos impulsionadores para o surgimento de novas empresas. A maioria das pesquisas nessa temática concentram-se nos aspectos resultantes do comportamento empreendedor por estilo de vida, no entanto, observou-se a existência de uma lacuna a ser explorada no que se refere à identificação dos fatores que motivam o comportamento. Tal oportunidade de estudo instigou a seguinte questão de pesquisa: quais são os valores motivadores dos empreendedores por estilo de vida? Portanto, o presente artigo utilizou-se de conceitos originados na área da Psicologia, especificamente do modelo hierárquico de motivação intrínseca e extrínseca como maneira de fornecer embasamento para a investigação sobre os motivadores individuais. Desse modo, identificou-se que os empreendedores por estilo de vida são orientados pela motivação intrínseca (pois a atividade em si é fornecedora de uma recompensa percebida), ou seja, eles são estimulados pelos aspectos de satisfação e prazer em prol de uma melhoria na sua qualidade de vida. O estudo de natureza qualitativa é baseado em entrevistas presenciais, as quais foram realizadas com três empreendedores, contando, para tal, com o auxílio de um roteiro semiestruturado. Os dados resultantes das entrevistas foram submetidos à análise de conteúdo. Este estudo contribui gerencialmente com a revelação de que o empreendedorismo por estilo de vida oferece oportunidades de engajamento com consumidores que compartilham valores comuns.</p> 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/17627 Mapeamento e desenvolvimento de competências: Um estudo de caso nos cargos administrativos do Departamento de Cultura e Eventos da UFSC 2019-09-19T14:57:06+00:00 Monica Scoz Mendes monica.scoz@ufsc.br Gabriela Mattei de Souza gabriela.mattei@ufsc.br Kelly Cristina Benetti Tonani Tosta kellycbenetti@gmail.com Marcos Baptista Lopez Dalmau marcos.dalmau@ufsc.br <p>O modelo de gerenciamento por competências visa ao fortalecimento da gestão e ao desenvolvimento dos seus recursos humanos. Neste artigo, verificou-se se as capacitações oferecidas pela UFSC relacionam-se com as competências requeridas aos cargos de Auxiliar em Administração, Assistente em Administração e Administrador do seu Departamento de Cultura e Eventos. Foram mapeadas as competências necessárias a cada cargo, assim como aquelas requeridas pelas atividades realizadas, mapeando o gap entre elas e então relacionando esse <em>gap</em> com as capacitações oferecidas pela UFSC. O presente artigo apresenta natureza aplicada, de abordagens qualitativa e descritiva, além de ser um estudo de caso. Para a coleta de dados, realizou-se pesquisa bibliográfica, além da pesquisa documental e entrevistas. Ao final deste estudo, evidenciou-se o relacionamento entre as capacitações oferecidas pela UFSC e as competências requeridas aos cargos, e foram identificadas e inventariadas as competências que ainda carecem de capacitações.</p> 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19735 Percepção do cumprimento da missão organizacional e desempenho individual em uma empresa pública brasileira 2019-09-05T17:21:19+00:00 Uerlei Valdomiro Araujo uerlei.araujo.uva@gmail.com Roquemar de Lima Baldam roquemar.baldam@ifes.edu.br Thalmo de Paiva Coelho Junior thalmo@ifes.edu.br Lourenço Costa lourenco.costa@ifes.edu.br <p>Este artigo aborda o desempenho individual e a percepção do cumprimento da missão organizacional pelos trabalhadores de uma estatal brasileira. Trata-se de um estudo descritivo-exploratório com a aplicação de uma <em>survey</em> utilizando a Escala de Likert para medir o grau de concordância com as afirmativas propostas. Baseando-se em um estudo já realizado em 2017 por Lim, Wang, e Lee com as agências públicas federais dos Estados Unidos, este artigo propõe esclarecimentos sobre o impacto das práticas de gestão de pessoas, como recrutamento e seleção, treinamento, avaliação e recompensa, na percepção do cumprimento da missão organizacional pelos trabalhadores públicos brasileiros, e a respeito de quais os reflexos no desempenho individual. Este estudo tem implicações positivas para os gestores públicos no Brasil, pois possui um olhar singular para as características do serviço público brasileiro, com foco na gestão estratégica de recursos humanos e na gestão do desempenho. Para a análise dos dados coletados se utilizou método quantitativo de regressão linear múltiplo, pesquisa documental, observação direta e revisão de literatura sobre o tema proposto.</p> 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19954 Relato integrado e desempenho financeiro das empresas listadas na B3 2019-10-01T11:11:21+00:00 Helenice Souza Gonçalves helenycesg@gmail.com Luiz Carlos Marques dos Anjos luizcmanjos@gmail.com Maurício Assuero de Lima Freitas massuero@ig.com.br <p>O Relato Integrado tem como proposta a criação de valor para todos os seus <em>stakeholders</em>, organizado em seis capitais: financeiro, manufaturado, natural, intelectual, humano, social e de relacionamento. Esta pesquisa analisou se as empresas listadas na Brasil, Bolsa, Balcão (B3), pertencentes aos setores de bens industriais, materiais básicos, consumo não cíclico e utilidade pública, têm seu desempenho financeiro influenciado pela publicação do Relato Integrado. Por meio da análise de Dados em Painel, com estimação pelos Efeitos Fixos e Efeitos Aleatórios, apurou-se que não há influência da RSC sobre o desempenho financeiro nas empresas que publicam o documento em estudo; esse resultado foi apurado tanto na análise conjunta das empresas quanto na análise por setor de atividade.</p> 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19638 Avaliações de desempenho no ensino contábil brasileiro: Uma análise comparativa entre IES diante do Exame de Suficiência do CFC 2019-10-03T14:31:06+00:00 Ronan Reis Marçal m.ronanreis@gmail.com Vinícius da Silva Matos vini_matos83@hotmail.com Thauan Felipe Medeiros de Carvalho thauanfelipe@icloud.com Marcia da Silva Carvalho marcia@facc.ufrj.br <p>O Exame de Suficiência do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) é mencionado por diversos autores como uma ferramenta de avaliação do desempenho de estudantes de Ciências Contábeis. Desde 2011 o exame foi alavancado como condição necessária para a obtenção do registro profissional contábil por meio da Lei 12.249 (2010). Embora o exame tenha sido aplicado ininterruptamente desde a referida Lei, seus resultados não haviam sido divulgados, até então, de forma segregada por Instituição de Ensino Superior (IES). Contudo, em 2017, o CFC disponibilizou os resultados do exame aplicado no primeiro semestre de forma analítica, considerando os resultados auferidos por cada IES. Mediante a relevância do exame e a novidade informacional, este estudo buscou verificar se há diferença no nível de desempenho obtido pelos estudantes de Ciências Contábeis das IES brasileiras no Exame de Suficiência do CFC, considerando as diferentes características dessas IES como possíveis determinantes de desempenho. Foram utilizados métodos quantitativos para a verificação das hipóteses formuladas considerado um nível de confiança de 95% o tempo todo. Os resultados sugerem diferenças estatisticamente significativas das médias de aprovação no Exame de Suficiência para todas as condições observadas. Os achados deste estudo contribuem para a esfera de pesquisas sobre o ensino contábil no Brasil permitindo análises setoriais nessa vertente.</p> 2019-08-27T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia