https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/issue/feed RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia 2019-12-18T17:27:18+00:00 Ieda Margarete Oro race@unoesc.edu.br Open Journal Systems <p>E-ISSN 2179-4936</p> https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/23674 Folha de rosto 2019-12-18T17:25:36+00:00 Editora Unoesc editora@unoesc.edu.br 2019-12-16T18:21:58+00:00 Copyright (c) 2019 Editora Unoesc https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/23555 Editorial 2019-12-18T17:27:18+00:00 Cláudia Sofia Frias Pinto claudia.frias.pinto@gmail.com 2019-12-04T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Ieda Margarete Oro https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/20740 Compensar ou monitorar os executivos? 2019-12-17T17:40:13+00:00 Alberto Granzotto betorg@ymail.com Igor Bernardi Sonza igorsonza@gmail.com <p>A literatura prediz duas principais formas de mitigar os conflitos de agência que surgem pela separação do controle e da propriedade, porém não aponta qual seria o mais apropriado. Assim, o presente estudo buscou identificar a eficiência dos mecanismos de governança corporativa, em se tratando de compensação aos executivos (incentivos explícitos e implícitos) e monitoramento (conselho de administração), na resolução dos conflitos de agência, entre os executivos principais e os acionistas de empresas de capital aberto brasileiras. Para isso, foram aplicados modelos dinâmicos de regressão linear múltipla, estimados pelo Método dos Momentos Generalizados Sistêmico (GMM-Sys), em um painel de dados não balanceado para 42 empresas, de 1999 a 2016. Identificou-se que o monitoramento é o meio mais eficiente para mitigar os problemas de agência, em que os conselheiros são agentes ativos no processo de verificação das ações dos executivos, gerando resultados consistentes que afetam positivamente o desempenho. Este estudo coloca à prova a prerrogativa de que o conselho de administração é “figurativo” no Brasil, tendo um desempenho significativo no monitoramento.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Alberto Granzotto, Igor Bernardi Sonza https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/20170 Práticas sustentáveis voltadas à Green Logistic: Estudo multicaso em empresas de cosméticos 2019-12-18T17:25:57+00:00 Mariliza Rech rechmariliza@gmail.com Débora Gomes de Gomes debora_furg@yahoo.com.br Valmor Reckziegel vreckziegel@yahoo.com.br Marcos Antônio de Souza souza.marcosas@gmail.com <p>Este estudo aproxima os temas de sustentabilidade e <em>Green Logistic</em>, com o objetivo de analisar quais práticas de sustentabilidade, voltadas à <em>Green Logistic</em>, são evidenciadas pelas três maiores empresas de cosméticos atuantes no Brasil. Para tal, foi realizado um estudo básico, multicaso, descritivo e documental, com abordagem qualitativa, por meio de análise de conteúdo dos relatórios de administração e de sustentabilidade, dos exercícios sociais de 2014 a 2018, das empresas Avon, o Boticário e Natura. Os resultados da pesquisa demonstraram que as três empresas analisadas evidenciam práticas de sustentabilidade voltadas à <em>Green Logistic</em>, especialmente com relação à redefinição de processos, de toda a cadeia produtiva e de distribuição; redução de gases de efeito estufa; uso de outros modais de transporte; parcerias com transportadoras, cadeia de fornecimento, operadores logísticos e terceiros; redução e otimização na distribuição dos produtos; logística reversa; e redução das pegadas de carbono.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19060 Associação entre o nível de evidenciação dos ativos intangíveis e o desempenho econômico-financeiro dos clubes de futebol brasileiros 2019-12-17T17:40:16+00:00 Juliane Pacheco pac.juliane@gmail.com Maíra Melo de Souza mairameloufsc@gmail.com <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt; text-align: justify; line-height: 150%; background: white;"><span style="background: white;">O </span>objetivo desta pesquisa é verificar a associação entre o nível de evidenciação dos ativos intangíveis e o desempenho econômico financeiro dos clubes de futebol brasileiros. A amostra da pesquisa são os clubes que participaram do Campeonato Brasileiro das Séries A e B de 2017, visto que foram analisados os anos de 2013 a 2016. Para medir o nível de evidenciação, utilizou-se a norma em vigência ITG 2003 R1, e para medir o desempenho econômico-financeiro foram utilizadas seis variáveis: receita líquida, resultado líquido do exercício, patrimônio líquido, ativo intangível, ativo total e intangibilidade. Adicionalmente, também se analisou a variável auditoria. Com relação aos resultados da pesquisa, apenas o resultado líquido e o ativo intangível estão associados ao nível de evidenciação. Concluiu-se também que os clubes são parcialmente transparentes, em razão de metade da amostra apresentar um nível de evidenciação acima da média (cerca de 60%), o que sugere que entre os clubes analisados é preciso ser mais abrangente na evidenciação das informações para se adaptar completamente à norma de contabilidade.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19718 Trajetórias de acumulação de capacidades tecnológicas: O Caso da Indústria Leiteira do Sudoeste do Paraná 2019-12-18T17:26:17+00:00 Janaina Piana janainapiana@utfpr.edu.br Elizângela Mara Carvalheiro elizangelam@utfpr.edu.br <p>O estudo analisa as trajetórias de acumulação de capacidades tecnológicas e processos de aprendizagem da indústria leiteira da região Sudoeste do Estado do Paraná. Considerando a importância que essa atividade tem na economia paranaense—o Estado representa 12,9% da produção nacional—tem havido um crescente interesse no entendimento do potencial inovador e tecnológico dessa indústria, porém muito pouco tem sido investigado, especialmente no contexto da região Sudoeste do Paraná. Por meio de um desenho de pesquisa qualitativo baseado em evidências primárias coletadas principalmente por meio de entrevistas em quatro empresas, observou-se que em um laticínio se desenvolveu uma trajetória de acumulação de capacidades tecnológicas que resultou em capacidade de inovação intermediária; e, em três laticínios, desenvolveu-se uma trajetória de estagnação em capacidades tecnológicas de produção básica, em dois deles há mais de 30 anos. Nesses, os processos de aprendizagem se balizaram principalmente em treinamentos e assistência técnica. Também, considera-se que os laticínios, independente da trajetória, possuem foco na produção do queijo Mussarela, observando-se poucos movimentos de diversificação de produto. Sugere-se premência no apoio de políticas públicas locais de inovação que possam estimular o processo inovativo, especialmente em produto.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19715 Adoção de “Gestão Estratégica” por uma empresa distribuidora de derivados de petróleo 2019-12-17T17:40:18+00:00 Luciano Maldonado Felipe adm-luciano@hotmail.com Claudio Antonio Rojo rojo_1970@hotmail.com <p>A perenidade das organizações somente é possível com a adoção de ferramentas e técnicas de administração adequadas, capazes de responder rapidamente às mudanças e necessidades do mercado. Em razão disso, teve-se o objetivo de explorar as características da gestão de uma empresa distribuidora de derivados de petróleo com vistas à adoção de uma “gestão estratégica”, sob o método relato técnico-científico. Durante o estudo, constatou-se que a gestão realizada por alguns dos socioproprietários fundadores não conta com ferramentas e técnicas que permitam que sucessores ou outros colaboradores possam atuar sem a participação destes e inovem frente às mudanças do mercado. Diante das constatações, duas intervenções foram propostas: a adoção de um modelo de desempenho organizacional com uso de diversos indicadores de gestão, e o uso da ferramenta Canvas, a qual permite descrever, analisar e projetar modelos de negócios relacionados ou não com algum tipo de estratégia ou gerenciamento já realizado, ambas aplicadas conferindo à empresa uma “gestão estratégia”.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/19572 A legitimidade do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) frente aos demais Índices B3 2019-12-17T17:40:20+00:00 Roberto Francisco de Souza robertofsouzajr@gmail.com Adhmir Renan Voltolini Gomes adhmir.renan@gmail.com Samuel Lyncon Leandro de Lima samuellynconleandro@gmail.com Gracielly Vieira dos Santos graciellyvieira2017@gmail.com Delci Grapegia Dal Vesco delcigrape@gmail.com <p>O trabalho analisa a relação e a influência dos vários índices da Brasil, Bolsa, Balcão no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). A amostra foi selecionada por meio de séries e das variações diárias de cada índice entre 2 de janeiro de 2012 e 29 de dezembro de 2016, com 22.284 observações no total. Para analisar o retorno dos índices foram delimitadas as variações diárias de cada um, naquele período. Os resultados demonstraram que a relação do ISE com os demais índices é forte, positiva e estatisticamente significante. Portanto, esses resultados apontam que as empresas buscam se legitimar participando desse Índice, isto é, buscam incorporar cada vez mais estruturas isomórficas que refletem o ambiente institucional. E assim, a adoção do ISE pode ser apenas mais um rótulo. Com isso, questiona-se a legitimidade desse Índice, pois, se existe relação com todos os indicadores, basta às empresas se suprimirem às regras dos índices que são pertinentes aos seus interesses. As principais influências positivas no Índice de Sustentabilidade Empresarial foram estabelecidas pelos índices IGCT, IVBX, ICO2, IGCX e UTIL. Já os índices IFNC, IMOB, ICON e IBOV influenciam de forma negativa o ISE. Logo, a legitimidade proporcionada pelo ISE pode ser atrelada à composição dos demais índices.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/16932 Direitos decisórios e de contribuição nas estratégias de TI: Estudo em uma empresa de grande porte no Estado do RS 2019-12-18T17:26:37+00:00 Karen Hackbart Souza Fontana karen.hsfontana@gmail.com Geruza Rodrigues Thiel geruza.thiel@gmail.com Adolfo Alberto Vanti adolfo.vanti@ufsm.br Pedro Solana Gonzalez pedro.solana@unican.es <p>Este artigo teve como objetivo analisar, por meio da matriz de arranjos de governança e arquétipos políticos abordados por Weill e Ross (2006), a participação de gestores nos direitos decisórios e de contribuição nas estratégias de TI em uma empresa de grande porte no Estado do RS. Trata-se de um estudo descritivo, qualitativo, delineado por meio de um estudo de caso. Os resultados encontrados apontaram que a maioria das decisões-chave relacionadas à Governança de TI são tomadas por Duopólio de TI. O Duopólio consiste em decisões estratégicas de TI por meio de executivos de TI conjuntamente a algum outro grupo da empresa, por exemplo, CxOs ou líderes de unidades de negócios. Com relação à contribuição para a tomada de decisão, percebe-se que o arquétipo predominante é a Monarquia de TI, ou seja, a participação exclusiva de indivíduos ligados à área de TI. Nota-se, dessa forma, o forte envolvimento de profissionais de TI no processo decisório da empresa estudada. Essa parceria entre administradores seniores e líderes de TI no processo decisório pode auxiliar o alinhamento entre TI e estratégias de negócios e fornecer expectativas realistas para a TI.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/race/article/view/16444 Estrutura de concorrência e estratégia de preço no mercado brasileiro de aviação civil 2019-12-18T17:26:57+00:00 Thiago Cavalcante de Souza thiagocs@ufu.br Sarah Farias de Andrade lorelai97@yhaoo.com.br Aniram Lins Cavalcante aniramlyns@yahoo.com.br <p>Este trabalho analisa o padrão de competição, os preços e a estrutura de mercado do mercado brasileiro de aviação civil, tomando como referência a oferta e demanda de assentos no tráfego doméstico. São utilizados como procedimentos metodológicos os indicadores de concentração CRN (4...8) e o Índice Herfindahl-Hirschman (IHH). Adotou-se o modelo X-12 <em>Autoregressive Integrated Moving Averag</em> (<em>ARIMA</em>) para realizar a análise sazonal dos preços tarifários. Os resultados demonstram que grande parcela do mercado brasileiro de aviação civil é dominada por um pequeno grupo de companhias aéreas, confirmando a hipotese central de oligopolização do mercado traçada neste trabalho. Diante da estrutura oligopolista, observou-se que as estratégias de competição das firmas estão associadas à ampliação da capacidade de oferta e captação de passageiros, muitas vezes evidenciada pela concentração da malha aérea e aumentos de <em>slots</em> aeroportuários centrais. A análise da sazonalidade apontou maior efeito na série de tarifas referente aos meses de julho e março. A análise de intervenção realizada apontou o mês de julho de 2010 como ponto significativo, período em que entra em vigor a Resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) de controle de qualidade, sugerindo que a regulação governamental exerce influência sobre as estratégias adaptativas das firmas desse segmento.</p> 2019-12-16T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 RACE - Revista de Administração, Contabilidade e Economia