Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia <p>E-ISSN 2236-6059</p> pt-BR <p>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new"><span style="color: #337755;">Creative Commons Attribution License</span></a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria do trabalho e publicação inicial nesta revista.</p><p>DIREITOS DE REUTILIZAÇÃO: A Revista Evidência adota a Licença Creative Commons, CC BY-NC (atribuição não comercial).</p><p>Com essa licença é permitido acessar, baixar (download), copiar, imprimir, compartilhar, reutilizar e distribuir os artigos, desde que para uso não comercial e com a citação da fonte, conferindo os devidos créditos de autoria e menção à Revista Evidência. Assim, nenhuma permissão prévia será necessária por parte de autores ou editores da Revista.</p><p> </p> evidencia@unoesc.edu.br (Jane Mary Lafayette Neves Gelinski) editora@unoesc.edu.br (Editora Unoesc) qui, 13 dez 2018 15:14:31 +0000 OJS 3.1.1.4 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Folha de Rosto https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19990 Folha de Rosto admin Caren Scalabrin ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19990 qui, 13 dez 2018 15:14:19 +0000 Editorial https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19991 Editorial Jane Mary Lafayette Neves Gelinski ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19991 qui, 13 dez 2018 15:14:20 +0000 Uma breve revisão sobre os benefícios e malefícios da ingestão de vinho https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/16982 <p>Desde a antiguidade, o vinho vem sendo empregado em práticas medicinais. Estudos indicam que é a combinação do álcool com os compostos polifenólicos presentes no vinho que confere a este inúmeros benefícios à saúde humana. O consumo moderado de vinho pode proteger contra doenças cardiovasculares, aterosclerose, hipertensão, certos tipos de câncer, diabetes tipo 2, distúrbios neurológicos e síndrome metabólica. Contudo, sua ingestão exacerbada, assim como de muitas outras bebidas alcoólicas, está relacionada ao surgimento ou agravo de doenças, como cirrose, transtornos mentais, hipertensão, hipertrigliceridemia, obesidade, intoxicação etanólica e câncer, além de ser destacada como a causa de diversos problemas sociais, a exemplo da violência, acidentes de trânsito e morte. Diante do exposto, este artigo se dispôs a elucidar os benefícios e malefícios do consumo de vinho e identificar qual seria a dose diária ideal recomenda. Ao término deste, observou-se que os efeitos à saúde humana da ingestão de vinho, sejam eles bons ou ruins, bem como a dose diária ótima, estão relacionados com diversos fatores, como a qualidade do vinho, a quantidade ingerida e o biotipo da pessoa.</p> Jéssica Talita Zagonel, Nathália Francine Ogliari, Andrei Agostinho Gemelli ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/16982 qui, 13 dez 2018 15:14:21 +0000 Cookie funcional sem glúten e lactose https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/17149 <p>Os índices de casos de pessoas que apresentam alergia ao glúten e também intolerância à lactose aumentou nos últimos anos, causando uma busca por alimentos isentos dessas substâncias. Neste trabalho teve-se como objetivo desenvolver e caracterizar <em>cookies </em>funcionais sem glúten e sem lactose, com mix das farinhas de beterraba, grão de bico e quinoa, com o intuito de avaliar suas características físicas e estruturais, bem como sua aceitabilidade sensorial e intenção de compra pelos consumidores. Os valores de luminosidade variaram entre 48,93 e 47,87. A atividade de água variou entre 0,66 e 0,64. A análise de textura variou-se entre 24,33 e 20,43. O produto apresentou sensorialmente uma boa aceitação de 75% dos provadores. No entanto, a intenção de compra ficou abaixo de 50%. Entretanto, por ser isento de glúten e lactose, é uma ótima alternativa para consumidores celíacos e intolerantes à lactose, apresentando-se como uma ótima alternativa não só para os consumidores que possuem certo tipo de alergia ou intolerância a essas substâncias, mas também para os consumidores em geral.</p> Raquel Costa Chevalier, Amanda Cristine Penna Santos, Thais de Freitas Brauna, Eliana Janet Sanjinez Argandoña, William Renzo Cortez-Vega ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/17149 qui, 13 dez 2018 15:14:24 +0000 Conservação de couve minimamente processada tratada com ácido ascórbico https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19242 <p>O objetivo neste trabalho foi avaliar a conservação pós-colheita da couve minimamente processada, tratada com ácido ascórbico e refrigerada. As folhas foram lavadas, picadas e submetidas aos tratamentos com imersão em água destilada seguida de armazenamento em temperatura ambiente; imersão em água destilada seguida de armazenamento refrigerado (10±1<sup>o</sup>C e umidade relativa (UR) de 90±5%); imersão em solução de ácido ascórbico na concentração de 2,5% seguida de armazenamento refrigerado (10±1<sup>o</sup>C e UR de 90±5%); e imersão em solução de ácido ascórbico na concentração de 5% seguida de armazenamento refrigerado (10±1<sup>o</sup>C e UR de 90±5%). Na colheita e após oito dias de armazenamento, foram avaliados a perda de massa fresca (MF), os sólidos solúveis (SS), a acidez total titulável (AT), a relação SS/AT, o pH e a murcha e o escurecimento aparentes. As maiores perdas de MF, a maior murcha e escurecimento aparentes, menores teores de SS e relação SS/AT ocorreram no tratamento com armazenamento em temperatura ambiente. A aplicação de ácido ascórbico, independente da dose, seguido do armazenamento com refrigeração, promoveu menor murcha e escurecimento aparente do tecido, mantendo a couve apta para o consumo até o oitavo dia do armazenamento.</p><p> </p> Alexandra Goede de Souza, Jaqueline Carvalho, Jéssica Mayumi Anami, Fátima Rosangela de Souza Saraiva ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19242 qui, 13 dez 2018 15:14:26 +0000 Avaliação físico-química e sensorial de espumante moscatel envasado em lata de alumínio https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19078 <p>A indústria de bebidas é um setor que vem se desenvolvendo muito nos últimos anos no Brasil. Isso porque novos produtos são criados e novas tecnologias estão sendo utilizadas pelas empresas, fato que tem ganhado destaque no mercado e, consequentemente, tem aumentado o portfólio de produtos oferecidos aos consumidores. Quando se refere a bebidas alcoólicas, um dos produtos que mais cresceram em termos de variedade e volume de produção foi o vinho espumante, que antigamente era pouco conhecido e de difícil acesso aos consumidores, e com o passar dos anos conquistou seu espaço no ramo de bebidas. Os produtos encontrados no mercado são envasados tradicionalmente em garrafas de vidro. Essa embalagem é vista como algo que dá ao produto maior sofisticação e elegância, porém pode apresentar algumas dificuldades de manipulação e transporte. Uma alternativa para superar tais dificuldades seria inserir nesse mercado as embalagens metálicas para envase e venda desse tipo de espumante. No presente trabalho foi estudada a qualidade do espumante Moscatel envasado em latas de alumínio, 30 dias após o envase, comparadas às envasadas em garrafas de vidro, por meio de análises de estabilidade, testes sensoriais e físico-químicos, objetivando-se validar a utilização dessa embalagem para espumantes. Os testes apresentaram bons resultados da embalagem metálica, indicando boa opção de sua utilização.</p> Patricia Conte, Edson Luiz de Souza, Maria Rita Chaves Nogueira, Fabiana Andréia Schäffer De Martini Soares ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19078 qui, 13 dez 2018 15:14:28 +0000 Imobilização de β-glicosidase de soja em bucha vegetal (Luffa cylindrica) utilizando trimetafosfato de sódio como ativador https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19611 <p class="Normal2">Bucha vegetal ativada com trimetafosfato de sódio foi utilizada como suporte para a imobilização da β-glicosidase, com o objetivo de propor um novo sistema catalítico econômico e não tóxico para a aplicação industrial. A β-glicosidase foi obtida a partir de grãos de soja e parcialmente purificada por precipitação fracionada com sulfato de amônio e imobilizada em bucha vegetal tratada. A bucha foi tratada por lavagem com água quente e fria e depois ativada com trimetafosfato de sódio. O procedimento de imobilização foi otimizado, e a enzima imobilizada foi caracterizada por testes de estabilidade térmica, parâmetros cinéticos (Km e Vmax) e reutilização. Concluiu-se que a bucha vegetal, em sua estrutura natural, apresenta bons resultados de imobilização. O trimetafosfato de sódio foi um ativador eficiente. A estabilidade térmica da enzima imobilizada aumentou quando comparada à enzima livre. Foi possível reutilizá-lo cinco vezes antes que houvesse uma queda repentina na atividade. Portanto, o sistema é uma boa alternativa para a indústria, oferecendo uma opção segura e de baixo custo.</p> Ana Camila Vaitkevicius Ferreira, Amanda Aleixo Moreira, Josemeyre Bonifácio da Silva, Mara Lúcia Luiz Ribeiro ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19611 qui, 13 dez 2018 15:14:29 +0000 Composição química e mobilização de reservas em sementes de Psidium cattleianum Sabine (Myrtaceae) https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19635 <p>Objetivou-se este estudo quantificar os componentes químicos e acompanhar a mobilização de reservas ao longo da germinação de sementes de <em>Psidium cattleianum </em>Sabine (Myrtaceae). Os frutos foram coletados de seis matrizes, localizadas em Lages, SC, e após o beneficiamento, foi determinada, para a semente, a composição química total, utilizando as porcentagens de proteínas, cinzas, lipídeos, carboidratos totais e umidade. Para os estudos relacionados à mobilização de reservas durante a germinação, inicialmente foi realizada a curva de embebição das sementes para a seleção dos pontos a serem utilizados (0, 6, 36, 120, 240 e 528 horas de embebição) com o objetivo de analisar as concentrações de proteína solúvel, açúcar solúvel e lipídeos totais. A composição química total das sementes de <em>P. cattleianum</em> é formada por carboidratos (55,78%), proteínas (13,30%) e lipídios (12,42%). O teor de água das sementes é de 17,49%, e 1,01% das sementes era composto por cinzas. As reservas de proteína solúvel, lipídeo e açúcar solúvel foram utilizadas durante a fase germinativa como fonte de energia e substrato para estruturas celulares. As sementes de <em>P. cattleianum </em>degradaram predominantemente lipídeos durante a germinação.</p> Romell Alves Ribeiro Dias, Luciana Magda Oliveira, Emerson Couto Rocha ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19635 qui, 13 dez 2018 15:14:30 +0000