https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/issue/feed Evidência 2019-12-19T17:30:00+00:00 Jane Mary Lafayette Neves Gelinski evidencia@unoesc.edu.br Open Journal Systems <p>E-ISSN 2236-6059</p> https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/23693 Folha de rosto 2019-12-19T17:25:23+00:00 Editora Unoesc editora@unoesc.edu.br 2019-12-19T11:16:02+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/23194 Produção científica e qualidade 2019-12-19T17:29:39+00:00 Jane Lafayette Neves Gelinski jane.gelinski@unoesc.edu.br 2019-12-13T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/20201 Conteúdo de carboidrato foliar em híbridos de milho submetidos à restrição hídrica 2019-12-19T17:30:00+00:00 Paula de Souza Guimarães psguim@yahoo.com.br Daniel Sarto Rocha sarto.rocha@gmail.com Maria Elisa Ayres Guidetti Zagatto Paterniani elisa@iac.sp.gov.br <p>O déficit hídrico é um dos principais problemas da agricultura e a habilidade das plantas superarem esse estresse é de grande importância para o desenvolvimento de cultivares em programas de melhoramento genético, principalmente em culturas como a do milho. O objetivo do trabalho foi estudar a resposta do teor de carboidrato nas folhas e verificar o desempenho dos caracteres biométricos em híbridos de milho contrastantes quanto à tolerância à seca, durante o déficit hídrico, em dois estádios fenológicos da cultura. Para isso, foram utilizados os híbridos DAS2B707 e DAS2B710, considerados tolerantes segundo informações da empresa e resultados de experimentos de avaliação de cultivares, e os híbridos FT510 e AS1522, considerados sensíveis pelas observações em experimentos de Safrinha no Estado de São Paulo.&nbsp;O delineamento empregado foi o de blocos casualizados, com parcelas subdivididas e três repetições. As parcelas constituíram-se nos tratamentos hídricos impostos: (a) controle – plantas irrigadas durante todo o ciclo; (b) déficit hídrico a partir do estádio vegetativo (V5); e (c) déficit hídrico a partir do estádio de florescimento (R1). De maneira geral, o déficit hídrico nos dois estádios fenológicos da cultura reduziu o conteúdo de carboidrato foliar, a altura da planta, o diâmetro do colmo, a massa de grãos e a massa seca total de praticamente todos os híbridos avaliados. O DAS2B707 se destacou por apresentar maior produtividade de grãos quando houve déficit hídrico a partir do estádio vegetativo, indicando um maior potencial produtivo em condições de seca nesse período. O AS1522 foi considerado tolerante à seca a partir do estádio de florescimento em razão do elevado teor de sacarose obtido em condições de déficit hídrico, caracterizando um ajustamento osmótico.</p> 2019-07-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/20677 Identificação de bactérias da rizosfera de inhame, macaxeira e batata-doce potencialmente produtoras de polihidroxialcanoatos 2019-12-19T17:28:20+00:00 Juliana de Castro Nunes Pereira juli_decastro@hotmail.com Idjane de Oliveira idjaneoliveira@yahoo.com Gabriel Olivo Locatelli gabriel_locatelli@hotmail.com Leandro Finkler leandro.finkler@gmail.com <p>Inhame, macaxeira e batata-doce são vegetais importantes no Nordeste brasileiro, uma vez que esses tubérculos são ricos em amido. Os Polihidroxialcanoatos (PHAs) são polímeros biodegradáveis produzidos a partir de amido e utilizados na produção de plásticos. O objetivo deste trabalho foi isolar e identificar bactérias com potencial aplicação biotecnológica para produção de polihidroxialcanoatos a partir da rizosfera e superfície de túberas de inhame, macaxeira e batata-doce. A coleta das culturas bacterianas ocorreu por meio da retirada do solo da rizosfera e da superfície das túberas. Após diluições seriadas e semeio do solo em meio de cultura, bactérias com características morfológicas distintas foram selecionadas para análise através do PCR de colônia. Das 214 bactérias analisadas, 11 amostras foram positivas para o gene <em>phaC</em>, fator fundamental para síntese de PHA. Nove bactérias apresentaram resultado satisfatório para produção de grânulos de PHAs após coloração de Sudan Black. Dentre as bactérias positivas no PCR e Sudan Black, oito foram identificadas por sequenciamento ao nível de gênero ou espécie, como: <em>Pseudomonas</em>,<em> Bacillus</em>,<em> Agrobacterium</em>,<em> Stenotrophomonas</em>,<em> Cupriavidus</em> e<em> Microvirga flocculans</em>, sendo esta última descrita pela primeira vez na literatura como produtora de PHA. A aplicação de PCR de colônia com coloração por Sudan Black mostrou-se eficiente e rápida para a seleção de bactérias potencialmente produtoras de PHAs a partir de amostras de solo.</p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/21252 Efeito da refrigeração na conservação de hortaliças orgânicas minimamente processadas 2019-12-19T17:27:38+00:00 Alexandra Goede de Souza alexandra.souza@ifc.edu.br Gustavo Martini Mafra martinimafra@gmail.com Josué Andreas Vieira andreasjosuev@gmail.com Fátima Rosãngela de Souza Saraiva fatima.saraiva@ifc.edu.br <p>O objetivo deste trabalho foi avaliar a conservação pós-colheita de kits yakissoba (cenoura, couve-flor, brócolis e acelga), repolho e mix de folhas (alface crespa, alface roxa e rúcula) orgânicas minimamente processados, armazenados em diferentes temperaturas. Os kits foram fornecidos pela Cooperativa Coper Planalto Sul, de Curitibanos, SC, e as análises realizadas no Instituto Federal Catarinenense (IFC), Campus Rio do Sul. Os pacotes contendo os produtos foram submetidos ao armazenamento em temperatura ambiente (23±2 °C e UR de 65%±5%) por 5 dias e refrigerados (5±1 °C e 10±1 °C e UR de 90±5%) por 7 e 14 dias. Logo após o preparo e embalagem dos Produtos Minimamente Processados (PMPs) (testemunha) e após 5, 7 e 14 dias do armazenamento, foram avaliados: perda de Massa Fresca (MF), Atributos Sólidos Solúveis (SS), Acidez Total Titulável (AT), relação entre SS e AT, pH, conteúdo de vitamina C, além de murcha e escurecimento aparente. O armazenamento sem refrigeração proporcionou as maiores perdas de MF, murcha e escurecimento aparente em todos os kits avaliados. Porém, para o kit yakissoba, as perdas de MF sem refrigeração não diferiram do armazenamento refrigerado a 10 <sup>o</sup>C por 14 dias. O armazenamento promoveu o aumento do conteúdo de vitamina C em todos os vegetais analisados. Os conteúdos de SS e a relação SS/AT somente apresentaram diferença no kit yakissoba, com redução dos valores em todos os tratamentos quando comparado com a testemunha. A refrigeração promoveu a manutenção da qualidade visual, mantendo os vegetais aptos para o consumo até duas semanas de armazenamento.</p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/23140 Estudo da vida de prateleira da bebida mista de goiaba com água de coco, sem adição de sacarose e conservantes 2019-12-19T17:26:36+00:00 Elke Shigematsu elke_ds@hotmail.com Rosilene Claro Campos Felix pitelzinhasempre@hotmail.com Graciene Policante dos Santos graciene37@hotmail.com Tatiane Aparecida Rossato tathyapro@gmail.com Marie Oshiiwa marie.fatec@gmail.com Claudia Dorta dortafatec@gmail.com <p>Na indústria de bebidas, o Brasil acompanha a tendência mundial de consumo de alimentos saudáveis que oferecem saúde, conveniência, inovação e prazer. Portanto, o objetivo deste trabalho foi estudar a estabilidade de uma bebida de goiaba e água de coco verde, sem adição de sacarose e conservantes, envasada pelos processos térmico e asséptico, verificando sua vida de prateleira por meio de análises físico-químicas, microbiológicas e sensoriais durante 17 dias. A formulação da bebida mista foi de 35% de polpa de goiaba e 65% de água de coco, sendo duas amostras pasteurizadas a 90 °C/1 minuto e envasadas em embalagens de vidro (T<sub>90v</sub>) e de polietileno tereftalato (PET) (T<sub>90p</sub>); a terceira amostra pasteurizada a 98 °C/10 minutos foi envasada em vidro (T<sub>98v</sub>); e a quarta amostra sem tratamento térmico foi envasada em PET (T<sub>nat</sub>). Para o estudo da vida de prateleira das quatro bebidas mistas de goiaba e água de coco foram feitas análises de pH, sólidos solúveis, acidez titulável, açúcares e vitamina C, análises microbiológicas e sensoriais. Nas análises físico-químicas as oscilações foram pequenas nos dois dias (5º e 17º) analisados. A amostra T<sub>nat</sub> apresentou contagem de coliformes totais no 17º dia de armazenamento, e as amostras T<sub>90v</sub>, T<sub>90p</sub> e T<sub>98v</sub> não obtiveram contagem dos micro-organismos analisados durante os 17 dias. Foi realizada a análise sensorial apenas das amostras T<sub>90v</sub> e T<sub>90p</sub>, no 5º e no 17º dias, sendo que a bebida T<sub>90v</sub> apresentou melhor aceitação sensorial quanto ao atributo aroma e à avaliação global, percepções de gostos e na intenção de compra.</p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/20200 Cultivo in vitro de Piper aduncum espécie com potencial econômico da Amazônia Sul-Ocidental 2019-12-19T17:28:42+00:00 Andrea Raposo andrea.raposo@embrapa.br Renata Beltrão Teixeira Yamura renata.beltrao@embrapa.br Denise Arruda da Silva denise.arrudaa@hotmail.com Janaina Medeiros Vasconcelos janamv_88@hotmail.com Candida Elisa Manfio candidamanfio@epagri.sc.gov.br <p>A pimenta de macaco (<em>Piper aduncum</em>) é uma espécie nativa da Amazônia, que possui grande potencial econômico em razão de o seu óleo essencial conter substâncias bioquímicas com propriedades fungicida e inseticida. Seu cultivo é sustentável, podendo ser explorado de forma não destrutiva e renovável. Com a crescente demanda para a produção de óleo essencial dessa espécie, existe a necessidade da implantação de cultivos comerciais, e com isso se tem como limitação a oferta de mudas em quantidade e com qualidade. A produção de mudas em laboratório por meio da micropropagação supre tal necessidade, já que permite a obtenção de material isento de doenças e em larga escala. O objetivo deste trabalho foi verificar os parâmetros necessários para o cultivo in vitro de sementes dessa espécie. Foram realizados três experimentos: germinação e crescimento inicial, multiplicação e enraizamento in vitro. Foram utilizados os meios de cultura MS e WPM em diferentes concentrações salinas. Para multiplicação in vitro foram testadas quatro citocininas em cinco diferentes concentrações, e para o enraizamento in vitro foram utilizados três tipos de auxinas em seis diferentes concentrações. Todas as variáveis foram submetidas à análise de variância e, quando o valor de F foi significativo, utilizou-se a comparação das médias pelo teste de Tukey ao nível de 5% de probabilidade de erro, para tratamentos qualitativos. Já para os tratamentos quantitativos, foi realizada análise de regressão polinomial ao nível de 5% de probabilidade de erro. Verificou-se que a germinação in vitro das sementes de <em>P. aduncum</em> deve ser realizada se utilizando sais do meio MS; para a multiplicação e o enraizamento in vitro não é necessária a adição de reguladores de crescimento nesse meio, provavelmente os níveis endógenos desses reguladores nos explantes são suficientes para suprir suas necessidades de crescimento e desenvolvimento. Observou-se também que a utilização de citocininas propicia o aparecimento de calos na base dos explantes.</p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/23084 Práticas adotadas para o descarte de resíduos de medicamentos e saneantes domissanitários por alunos da educação básica 2019-12-19T17:25:48+00:00 Lenita Agostinetto leagostinetto@yahoo.com.br Victória Gabriela Corrêa Coelho vivi-2412@live.com Helen Souza de Oliveira souza.helen.hs@gmail.com Jheniffer Rodolfi Bianchini jheniffer_rodolfi@gmail.com Gustavo Waltrich da Silva tecquim189@gmail.com Vitor Alegre de Lima vitor.a.limas@gmail.com Victor Godoy v.h.godoymorais@hotmail.com Rafaela Dexcheimer Alves rafadexcheimer@gmail.com Luiz Carlos Koslowski Trombetta luizcarloskt@gmail.com Sabrina Moraes Alves sabrina.2016aalves@gmail.com Ana Emilia siegloch Siegloch asiegloch@gmail.com <p><em>Este estudo teve como objetivo </em><em>levantar informações sobre as práticas adotadas pelos alunos de Ensino Médio do Curso técnico em Saneamento Ambiental e Biotecnologia do Cedup Renato Ramos da Silva de Lages, SC para o descarte dos resíduos de medicamentos e saneantes domissanitários em suas residências. O estudo foi desenvolvido por estudantes de iniciação científica do Ensino Médio (PIBIC/EM). Para a coleta de dados foi aplicado um questionário semiestruturado aos alunos do respectivo curso durante o período de suas aulas na Instituição. Observou-se que 63% não têm conhecimento sobre o procedimento correto de descarte dos resíduos de medicamentos e 55,6% ainda fazem o descarte dos medicamentos vencidos em lixeira comum. Com relação aos produtos domissanitários, 90,1% dos participantes desconhecem a forma de descarte desses resíduos em suas residências, apesar do uso frequente (83,8%). Já quanto relação aos resíduos de inseticidas, raticidas e repelentes, cerca de 50% dos participantes descartam os resíduos na lixeira comum e 44% desconhecem a forma de descarte desses produtos. No geral, este estudo mostrou que os estudantes do Ensino Médio do Curso técnico em Saneamento Ambiental e Biotecnologia não descartam adequadamente os resíduos de medicamentos e saneantes domissanitários gerados em seu domicílio. Dessa forma, enfatiza-se a importância da inserção do tema sobre gestão de resíduos nos cursos de formação básica. </em></p> <p><em>&nbsp;</em></p> 2019-12-18T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/21427 Utilização de argila residual recuperada como meio adsorvente de óleo de fritura para produção de biodiesel 2019-12-19T17:27:18+00:00 Beatriz Fernanda Bonfim de Souza beatrizbonfim@uol.com.br Michel Rocha Baqueta mbaqueta@alunos.utfpr.edu.br Bruno Cesar Circunvis bc.circunvis@gmail.com Paulo Henrique Março paulohmarco@gmail.com Ailey Aparecida Coelho Tanamati aileytanamati@gmail.com <p>Para que os óleos atinjam qualidade sensorial desejada, eles passam por etapas de refino. A clarificação é uma dessas etapas, em que são usadas argilas clarificantes as quais aderem pigmentos indesejados naturais do óleo, tornando-o visualmente mais atraente para os consumidores. O problema está no descarte incorreto destinado a essas argilas, que são dispostas em aterros sanitários causando danos ao meio ambiente. Da mesma forma, óleos residuais de fritura trazem problemas quando descartados em pias e ralos, comprometendo os lençóis freáticos. Assim, uma solução para esse inconveniente seria a produção de biodiesel, já que este é produzido mediante óleos e gorduras, mesmo em estado de deterioração desde que atingidos os padrões físico-químicos de qualidade. Os objetivos do trabalho foram ativar termicamente a argila residual, purificar o óleo residual nessa argila recuperada e produzir via transesterificação ácida o biodiesel do óleo residual e do óleo purificado. Todas as análises físico-químicas foram realizadas de acordo com metodologias oficiais, e os espectros obtidos por meio do infravermelho próximo (NIR) foram tratados mediante Análise dos Componentes Principais (PCA). Foram realizadas análises físico-químicas após a ativação térmica da argila, obtendo-se resultados de umidade de 1,07%, acidez de 0,16 g ácido oleico.100g<sup>-1</sup> e peróxidos 19,01 meq.kg<sup>-1</sup>. Para os insolúveis em éter não foram obtidos valores significativos, além de, por meio da técnica de NIR, ficar nítida a diferença existente entre a argila residual recuperada e a argila virgem. De posse dos resultados, os valores de acidez no óleo purificado e no óleo residual se mantiveram dentro dos padrões estipulados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), porém o índice de peróxidos ficou acima dos valores recomendados, evidenciando que o óleo se encontrava em processo de deterioração. Conclui-se que ativar termicamente a argila proveniente do processo industrial com o óleo residual é uma boa alternativa para a sua reutilização, pois contribui para que esse material não seja perdido e possivelmente descartado de forma incorreta, e, ainda, traz vantagens com relação à produção de biocombustível por meio de transesterificação ácida.</p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/20116 Esterificação do ácido acético com álcool isoamílico na presença do catalisador enzimático 2019-12-19T17:29:04+00:00 Nádia Ligianara Nyari nadialigianara@hotmail.com Alessandro Rogerio Paulazzi alessandro_paulazzi@hotmail.com.br Raquel Vera Zamadei raquel_zamadei@hotmail.com Jamile Zeni jamilezeni@uricer.edu.br Rogério Marcos Dallago dallagoo@uricer.edu.br <p><em>A Lipase B da Candida antarctica imobilizada em esterificação catalisada por poliuretano de ácido acético com álcool isoamílico em sistema mecânico e ultrassônico em sistema isento de solventes foi estudada. A esterificação máxima do acetato de isoamila catalisador imobilizado utilizado foi a maior esterificação, 666,05 U/g com 19 ciclos de reuso após 360 minutos de tempo de reação no sistema mecânico e 1319,48 U/g foi observado, e 14 ciclos de reuso após 60 minutos de reação no sistema de ultrassom. Assim, o processo foi considerado eficiente com redução significativa do tempo de reação, baixos requisitos instrumentais e melhora no desempenho dos bioprocessos. Até o momento não havia estudos disponíveis na literatura aberta com relação à síntese de ésteres catalisada pela Lipase imobilizada em poliuretano como suporte no sistema de ultrassom. Além disso, considerada uma tecnologia ambientalmente correta e economicamente viável, pode ser usada em cosméticos, produtos farmacêuticos e indústria alimentícia.</em></p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/21819 Xilanases fúngicas: aproveitamento do farelo de trigo em processos fermentativos e panificação 2019-12-19T17:26:13+00:00 Lincoln Malagutti dos Santos lincoln.malagutti@hotmail.com Ravely Casarotti Orlandelli ravelycasarotti@gmail.com <p>O Farelo de Trigo (FT), um subproduto rico em lignocelulose, obtido na moagem dos grãos de trigo, pode ser utilizado para o desenvolvimento de produtos com alto valor agregado. Portanto, essa revisão bibliográfica da literatura aborda o aproveitamento do FT para a obtenção de xilanases fúngicas por Fermentação Submersa (FS) e em Estado Sólido (FES), e discute o papel dessas enzimas para a melhoria da qualidade na produção de pães. Para tanto, um levantamento bibliográfico foi realizado em diferentes plataformas de pesquisa. Os trabalhos analisados comprovaram a eficácia do FT como substrato para a produção de xilanases, porém as altas atividades foram dependentes das condições fermentativas. A FES, em pH relativamente ácido, demonstrou-se mais promissora para obtenção da enzima. A xilanase pode ser aplicada no setor de panificação para a hidrólise das xilanas (que impedem o desenvolvimento da formação do glúten), tornando possível obter uma massa de fácil manuseio, com melhor salto de forno e volume específico, e estrutura de miolo regular.</p> 2019-12-18T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/20964 Métodos alternativos à experimentação animal: aspectos éticos, históricos e legais no Brasil 2019-12-19T17:28:00+00:00 Geonildo Rodrigo Disner disner.rodrigo@gmail.com <p>Anualmente milhões de animais são usados em experimentos pelo mundo. A dor, o sofrimento e o sacrifício dos animais têm sido temas de intenso debate nos últimos anos. Existe uma demanda para a substituição de técnicas tradicionais usando animais indiscriminadamente por outros métodos. Estes baseiam-se na abordagem dos 3Rs (<em>Reduction</em>,<em> Refinement </em>e <em>Replacement</em>), que reduzem o número de cobaias, aprimoram os testes para aumentar o bem-estar animal ou os substituem, usando técnicas in vitro. O Brasil encontra-se em processo de regulamentação e obrigatoriedade do uso de alguns desses testes alternativos. Por sua vez, sete estados brasileiros já possuem leis locais proibindo teste animal com produtos e ingredientes para fins cosméticos. Esta revisão fornece uma breve descrição dos métodos substitutivos conforme suas finalidades na avaliação do perfil de segurança de compostos químicos, as vantagens técnicas e éticas associadas, além do histórico dos avanços jurídicos na legislação brasileira. O cenário atual representa tanto um avanço quanto um desafio para a indústria e para os órgãos regulatórios competentes no sentido de readequação e correto julgamento, sendo em médio prazo um importante alinhamento a incorporação de novas tecnologias pela Ciência e as mudanças de paradigmas no tocante à conduta científica ética.</p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/21528 Aleurites moluccana (L.) Willd.: características gerais, farmacológicas e fitoquímicas 2019-12-19T17:26:57+00:00 Pamella Fukuda de Castilho pamellafcastilho@gmail.com Kelly Mari Pires de Oliveira kpmoliveira@hotmail.com Fabiana Gomes da Silva Dantas fabi.bio@hotmail.com <p><em>Aleurites moluccana</em>, pertencente à família Euphorbiaceae, é natural da Indo-Malásia, mas se introduziu em diversos países e no Brasil, adaptando-se bem ao Sul e ao Sudoeste. É conhecida popularmente por diversos nomes, como: “Castanha Purgativa”,” Castenheira”, “Nogueira da Índia” e “Noz-da-Índia”. Quanto à sua morfologia, é considerada uma árvore de porte médio e contém frutos com sementes grandes de aspecto áspero e oleoso. Seu clima favorável é o tropical, no entanto, desenvolve-se também em regiões subtropicais e semiáridas, e quanto ao solo é capaz de se estabelecer em solos barrosos, arenosos, encostas e até em barrancos. A adaptação dessa planta a diversas condições é uma das explicações da sua ampla distribuição geográfica. As folhas, cascas, tronco, seiva e sementes da <em>A. moluccana</em> são tradicionalmente utilizados para alimentação, ornamentação e habitação. Além disso, a <em>A. moluccana </em>tem grande destaque na medicina popular, sendo utilizada no tratamento de úlceras, conjuntivite, inflamação, cicatrização e analgesia. Nesse sentido, essa planta tem se tornado objetivo de estudos sobre seus componentes químicos a fim de encontrar esses metabólitos secundários que possuem tais atividades farmacológicas.</p> 2019-12-17T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2019 Evidência - Ciência e Biotecnologia