https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/issue/feed Evidência - Ciência e Biotecnologia 2019-05-18T16:59:34+00:00 Jane Mary Lafayette Neves Gelinski evidencia@unoesc.edu.br Open Journal Systems <p>E-ISSN 2236-6059</p> https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19990 Folha de Rosto 2019-05-18T16:59:34+00:00 admin Caren Scalabrin editora@unoesc.edu.br Folha de Rosto 2018-12-13T15:14:19+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19991 Editorial 2019-05-18T16:59:34+00:00 Jane Mary Lafayette Neves Gelinski jane.gelinski@unoesc.edu.br Editorial 2018-12-13T15:14:20+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/16982 Uma breve revisão sobre os benefícios e malefícios da ingestão de vinho 2019-05-18T16:59:33+00:00 Jéssica Talita Zagonel jessica.zagonel@unoesc.edu.br Nathália Francine Ogliari nathalia.ogliari@unoesc.edu.br Andrei Agostinho Gemelli andreigemeli@gmail.com <p>Desde a antiguidade, o vinho vem sendo empregado em práticas medicinais. Estudos indicam que é a combinação do álcool com os compostos polifenólicos presentes no vinho que confere a este inúmeros benefícios à saúde humana. O consumo moderado de vinho pode proteger contra doenças cardiovasculares, aterosclerose, hipertensão, certos tipos de câncer, diabetes tipo 2, distúrbios neurológicos e síndrome metabólica. Contudo, sua ingestão exacerbada, assim como de muitas outras bebidas alcoólicas, está relacionada ao surgimento ou agravo de doenças, como cirrose, transtornos mentais, hipertensão, hipertrigliceridemia, obesidade, intoxicação etanólica e câncer, além de ser destacada como a causa de diversos problemas sociais, a exemplo da violência, acidentes de trânsito e morte. Diante do exposto, este artigo se dispôs a elucidar os benefícios e malefícios do consumo de vinho e identificar qual seria a dose diária ideal recomenda. Ao término deste, observou-se que os efeitos à saúde humana da ingestão de vinho, sejam eles bons ou ruins, bem como a dose diária ótima, estão relacionados com diversos fatores, como a qualidade do vinho, a quantidade ingerida e o biotipo da pessoa.</p> 2018-12-13T15:14:21+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/17149 Cookie funcional sem glúten e lactose 2019-05-18T16:59:32+00:00 Raquel Costa Chevalier quel.chevalier@hotmail.com Amanda Cristine Penna Santos amandhapenna@gmail.com Thais de Freitas Brauna thaais_brauna@hotmail.com Eliana Janet Sanjinez Argandoña elianajanet@gmail.com William Renzo Cortez-Vega williamvega@ufgd.edu.br <p>Os índices de casos de pessoas que apresentam alergia ao glúten e também intolerância à lactose aumentou nos últimos anos, causando uma busca por alimentos isentos dessas substâncias. Neste trabalho teve-se como objetivo desenvolver e caracterizar <em>cookies </em>funcionais sem glúten e sem lactose, com mix das farinhas de beterraba, grão de bico e quinoa, com o intuito de avaliar suas características físicas e estruturais, bem como sua aceitabilidade sensorial e intenção de compra pelos consumidores. Os valores de luminosidade variaram entre 48,93 e 47,87. A atividade de água variou entre 0,66 e 0,64. A análise de textura variou-se entre 24,33 e 20,43. O produto apresentou sensorialmente uma boa aceitação de 75% dos provadores. No entanto, a intenção de compra ficou abaixo de 50%. Entretanto, por ser isento de glúten e lactose, é uma ótima alternativa para consumidores celíacos e intolerantes à lactose, apresentando-se como uma ótima alternativa não só para os consumidores que possuem certo tipo de alergia ou intolerância a essas substâncias, mas também para os consumidores em geral.</p> 2018-12-13T15:14:24+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19242 Conservação de couve minimamente processada tratada com ácido ascórbico 2019-05-18T16:59:31+00:00 Alexandra Goede de Souza alexandra.souza@ifc.edu.br Jaqueline Carvalho jaquelinecarvalho1991@gmail.com Jéssica Mayumi Anami mayumi_anami@yahoo.com.br Fátima Rosangela de Souza Saraiva fatima.saraiva@ifc.edu.br <p>O objetivo neste trabalho foi avaliar a conservação pós-colheita da couve minimamente processada, tratada com ácido ascórbico e refrigerada. As folhas foram lavadas, picadas e submetidas aos tratamentos com imersão em água destilada seguida de armazenamento em temperatura ambiente; imersão em água destilada seguida de armazenamento refrigerado (10±1<sup>o</sup>C e umidade relativa (UR) de 90±5%); imersão em solução de ácido ascórbico na concentração de 2,5% seguida de armazenamento refrigerado (10±1<sup>o</sup>C e UR de 90±5%); e imersão em solução de ácido ascórbico na concentração de 5% seguida de armazenamento refrigerado (10±1<sup>o</sup>C e UR de 90±5%). Na colheita e após oito dias de armazenamento, foram avaliados a perda de massa fresca (MF), os sólidos solúveis (SS), a acidez total titulável (AT), a relação SS/AT, o pH e a murcha e o escurecimento aparentes. As maiores perdas de MF, a maior murcha e escurecimento aparentes, menores teores de SS e relação SS/AT ocorreram no tratamento com armazenamento em temperatura ambiente. A aplicação de ácido ascórbico, independente da dose, seguido do armazenamento com refrigeração, promoveu menor murcha e escurecimento aparente do tecido, mantendo a couve apta para o consumo até o oitavo dia do armazenamento.</p><p> </p> 2018-12-13T15:14:26+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19078 Avaliação físico-química e sensorial de espumante moscatel envasado em lata de alumínio 2019-05-18T16:59:31+00:00 Patricia Conte pattyconte@hotmail.com Edson Luiz de Souza edson.souza@unoesc.edu.br Maria Rita Chaves Nogueira maria.nogueira@unoesc.edu.br Fabiana Andréia Schäffer De Martini Soares fabiana.soares@unoesc.edu.br <p>A indústria de bebidas é um setor que vem se desenvolvendo muito nos últimos anos no Brasil. Isso porque novos produtos são criados e novas tecnologias estão sendo utilizadas pelas empresas, fato que tem ganhado destaque no mercado e, consequentemente, tem aumentado o portfólio de produtos oferecidos aos consumidores. Quando se refere a bebidas alcoólicas, um dos produtos que mais cresceram em termos de variedade e volume de produção foi o vinho espumante, que antigamente era pouco conhecido e de difícil acesso aos consumidores, e com o passar dos anos conquistou seu espaço no ramo de bebidas. Os produtos encontrados no mercado são envasados tradicionalmente em garrafas de vidro. Essa embalagem é vista como algo que dá ao produto maior sofisticação e elegância, porém pode apresentar algumas dificuldades de manipulação e transporte. Uma alternativa para superar tais dificuldades seria inserir nesse mercado as embalagens metálicas para envase e venda desse tipo de espumante. No presente trabalho foi estudada a qualidade do espumante Moscatel envasado em latas de alumínio, 30 dias após o envase, comparadas às envasadas em garrafas de vidro, por meio de análises de estabilidade, testes sensoriais e físico-químicos, objetivando-se validar a utilização dessa embalagem para espumantes. Os testes apresentaram bons resultados da embalagem metálica, indicando boa opção de sua utilização.</p> 2018-12-13T15:14:28+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19611 Imobilização de β-glicosidase de soja em bucha vegetal (Luffa cylindrica) utilizando trimetafosfato de sódio como ativador 2019-05-18T16:59:30+00:00 Ana Camila Vaitkevicius Ferreira anacamilavf@gmail.com Amanda Aleixo Moreira aleixomoreira1712@gmail.com Josemeyre Bonifácio da Silva josibonifacio0576@gmail.com Mara Lúcia Luiz Ribeiro maralucia.ribeiro@gmail.com <p class="Normal2">Bucha vegetal ativada com trimetafosfato de sódio foi utilizada como suporte para a imobilização da β-glicosidase, com o objetivo de propor um novo sistema catalítico econômico e não tóxico para a aplicação industrial. A β-glicosidase foi obtida a partir de grãos de soja e parcialmente purificada por precipitação fracionada com sulfato de amônio e imobilizada em bucha vegetal tratada. A bucha foi tratada por lavagem com água quente e fria e depois ativada com trimetafosfato de sódio. O procedimento de imobilização foi otimizado, e a enzima imobilizada foi caracterizada por testes de estabilidade térmica, parâmetros cinéticos (Km e Vmax) e reutilização. Concluiu-se que a bucha vegetal, em sua estrutura natural, apresenta bons resultados de imobilização. O trimetafosfato de sódio foi um ativador eficiente. A estabilidade térmica da enzima imobilizada aumentou quando comparada à enzima livre. Foi possível reutilizá-lo cinco vezes antes que houvesse uma queda repentina na atividade. Portanto, o sistema é uma boa alternativa para a indústria, oferecendo uma opção segura e de baixo custo.</p> 2018-12-13T15:14:29+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/evidencia/article/view/19635 Composição química e mobilização de reservas em sementes de Psidium cattleianum Sabine (Myrtaceae) 2019-05-18T16:59:29+00:00 Romell Alves Ribeiro Dias romell_ribeiro@yahoo.com.br Luciana Magda Oliveira luciana.oliveira@udesc.br Emerson Couto Rocha emersoneng@live.com <p>Objetivou-se este estudo quantificar os componentes químicos e acompanhar a mobilização de reservas ao longo da germinação de sementes de <em>Psidium cattleianum </em>Sabine (Myrtaceae). Os frutos foram coletados de seis matrizes, localizadas em Lages, SC, e após o beneficiamento, foi determinada, para a semente, a composição química total, utilizando as porcentagens de proteínas, cinzas, lipídeos, carboidratos totais e umidade. Para os estudos relacionados à mobilização de reservas durante a germinação, inicialmente foi realizada a curva de embebição das sementes para a seleção dos pontos a serem utilizados (0, 6, 36, 120, 240 e 528 horas de embebição) com o objetivo de analisar as concentrações de proteína solúvel, açúcar solúvel e lipídeos totais. A composição química total das sementes de <em>P. cattleianum</em> é formada por carboidratos (55,78%), proteínas (13,30%) e lipídios (12,42%). O teor de água das sementes é de 17,49%, e 1,01% das sementes era composto por cinzas. As reservas de proteína solúvel, lipídeo e açúcar solúvel foram utilizadas durante a fase germinativa como fonte de energia e substrato para estruturas celulares. As sementes de <em>P. cattleianum </em>degradaram predominantemente lipídeos durante a germinação.</p> 2018-12-13T15:14:30+00:00 ##submission.copyrightStatement##