Anuário Pesquisa e Extensão Unoesc Videira https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv PUBLICAÇÃO CONTÍNUA - O CONTEÚDO E A REVISÃO SÃO DE RESPONSABILIDADE DOS AUTORES DOS TEXTOS. Universidade do Oeste de Santa Catarina pt-BR Anuário Pesquisa e Extensão Unoesc Videira 2525-4677 <ol type="a"><li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à Editora Unoesc o direito da publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/3.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li></ol> A LUDICIDADE ENQUANTO RECURSO PEDAGÓGICO NO ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO BÁSICA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20625 <p>O presente artigo procura refletir o quão necessário é trabalhar com matérias lúdicos em sala de aula, como fazer com que a criança amplie seus conhecimentos, relacionando nos jogos e nas brincadeiras a importância da matemática. A criança deve ser vista como um ser que está em busca da aprendizagem, assim sendo cabe ao educador enxergá-los com olhos mais críticos, ampliando suas capacidades, promovendo desafios dos quais sabe que seu aluno irá apresentar bons resultados. Baseado a partir de observações feitas no cotidiano da sala de aula, objetivando a abordagem sobre a importância da ludicidade em consonância com a matemática. Desta forma demostra que a brincadeira expressa a forma como a criança reflete, ordena, organiza, destrói e reconstrói o mundo a sua maneira. O ambiente escolar não é apenas um espaço onde a criança “entra e sai feito um robozinho” cheio de informação, mas sim um espaço que além de absorver conhecimento a criança pode expressar de modo simbólico, suas fantasias, seus desejos, medos, sentimentos e os conhecimentos que vai construindo a partir das experiências que vive.&nbsp;</p> <p>Palavras chaves: Estagio Curricular. Pedagogia. Ludicidade. Matemática.</p> Marco André Serighelli ##submission.copyrightStatement## 2019-05-03 2019-05-03 4 e20625 e20625 ANÁLISE DA ESTRUTURA METÁLICA DA ESTUFA DO JARDIM BOTÂNICO DE CURITIBA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20377 <p>O trabalho busca mostrar a importância do espaço para preservação de espécies de plantas, e a importância de pensar em materiais adequados para execução desses locais. Para adquirir este conhecimento, foi realizada uma visita técnica ao Jardim Botânico de Curitiba, ponto turístico da cidade, também conhecido e visitado para pesquisas e estudos, tanto das espécies de plantas que se encontram no local, como para observação de questões arquitetônicas. Sua estrutura é em aço e vidro, proporcionando a interação entre o ambiente interno e externo, de modo que há uma vedação contra intempéries que possam vir a atacar as espécies presentes na estufa. Cada parte do projeto foi pensada da melhor forma, de modo há interagir com o ambiente e, ao mesmo tempo, despertar a importância tanto estética quanto funcional do espaço, protegendo as espécies presentes e despertando interesses arquitetônicos referentes a sua estrutura executada.</p> Marco Antonio Guzzi Andressa de Lima Souza Juliana Aparecida Biasi ##submission.copyrightStatement## 2019-04-03 2019-04-03 4 e20377 e20377 A ADULTIZAÇÃO DA CRIANCA NA ATUALIDADE FACE À MÍDIA INFLUENCIADORA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20043 <p>Este artigo tem por objetivo investigar e analisar a manifestação da adultização infantil através da cultura midiática contemporânea, investigando como esse fenômeno foi surgindo no decorrer dos anos e como se encontra atualmente, a partir de relatos históricos sobre a infância e posicionamentos dos doutrinadores acerca de suas interpretações.<br />Palavras-chave: Adultização. Mídia Influenciadora. Crianças. Infância.</p> Saraina Gonsalves de Araujo Gonsalves de Araujo Miriam Cestari Niebuhr Cestari Niebuhr Giancarlo de Aguiar de Aguiar ##submission.copyrightStatement## 2018-12-18 2018-12-18 4 e20043 e20043 ADULTIZAÇÃO E EROTIZAÇÃO INFANTIL: A INFLUÊNCIA SOCIAL https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20431 <p>O presente artigo tem por finalidade, apresentar formas adultizantes e erotizantes da infância e sua implicação diante da sociedade. Este artigo abordou a constituição da infância através dos tempos em relação as mudanças sociais, as influências dos diferentes meios, da família, da moda, das questões econômicas e midiática para a infância, enfatizando como a adultização e a erotização são efeitos da sociedade atual. Também a constituição da ordem social da criança através dos tempos, onde se percebe a mudança na estrutura familiar, deixando a criança como foco da mídia.</p> <p><strong>Palavras chave: </strong>Adultização. Erotização. Infância. Criança.</p> Taisa Trombetta DeMarco Marcos Henrique Pereira de Paula Adriano Schlosser ##submission.copyrightStatement## 2019-04-03 2019-04-03 4 e20431 e20431 EROTIZAÇÃO INFANTIL NO CONTEXTO MIDIÁTICO https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20595 <p>Este artigo aborda aspectos relativos ao tema da infância, sexualidade infantil e erotização, estimulados pelos meios de comunicação (televisão e redes sociais), demonstrando a capacidade e consequências do poder de persuasão da mídia na formação de valores nas crianças. Aponta a vulnerabilidade do público infantil diante da mídia, constantemente exposto através das propagandas, filmes, novelas, roupas, concursos, que estimulam precocemente o desenvolvimento sexual das crianças, não respeitando as etapas de desenvolvimento emocional e biológica. Quanto à metodologia, é um estudo de cunho qualitativo e exploratório, de fonte secundária, baseado em levantamento bibliográfico. Quando assumido dessa forma, a pesquisa é elaborada a partir de material já publicado, constituído principalmente de livros, artigos de periódicos e materiais disponibilizados na internet. <br> <br>Palavras-chave: Infância. Sexualidade. Mídia. </p> Claudilene Rosa da Rosa da Silva Taisa Trombetta DeMarco Fabiana Piccoli D’Agostini Adriano Schlosser ##submission.copyrightStatement## 2019-04-26 2019-04-26 4 e20595 e20595 MÍDIA E EROTIZAÇÃO/ADULTIZAÇÃO INFANTIL: APONTAMENTOS TEÓRICOS https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20594 <p>Tem-se verificado cada vez mais, a mídia como influenciadora de práticas sociais. Dentre os telespectadores, as crianças têm sido alvo contumaz desse contexto, trazendo à tona problemáticas características de um modelo social que tem, via de regra, trazido novas configurações a comportamentos infantis que não deveriam fazer parte de seu processo de maturidade e desenvolvimento. Com base nisso, buscou-se apresentar uma relação entre a mídia e o processo de adultização e erotização infantil, através de produções que apresentam o tema. Verificou-se que a mídia apresenta impacto no processo de influência perante a sociedade em diversas relações humanas, sendo o público infantil privilegiado pela mídia, tendo como possíveis desdobramentos, efeitos como maior necessidade de consumo, comportamentos adultos, adentrando aqui a questão da adultização e erotização, estética física, dentre tantos outros. Sugere-se por meio de uma revisão sistemática, a continuidade deste estudo, visando a verificar os conhecimentos já produzidos sobre o tema, para posterior avanço e soluções possíveis.<br>Palavras-chave: Adultização. Infância. Mídia.</p> Tayana de Oliveira Jomba Adriano Schlosser Taisa Trombetta DeMarco ##submission.copyrightStatement## 2019-04-25 2019-04-25 4 e20594 e20594 RELAÇÕES ABUSIVAS NO CONTEXTO FAMILIAR https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20651 <p>Este artigo explana o fenômeno da violência no contexto familiar, que cresce exponencialmente gerando indicativos no fator da saúde da população. Para além disso, a violência atravessa gerações, fazendo parte da história e do pensamento político das sociedades, sendo manifestada como instrumento de poder. Dentre os contextos de manifestação, o contexto familiar apresenta-se como um espaço onde relação abusiva tem sido identificada e, em muitos casos, apresentada de forma camuflada, como manifestação de afeto e cuidado, mesmo envolvendo dor. Nesta revisão de natureza não sistemática, as vítimas de violência doméstica são crianças, adolescentes, adolescentes grávidas, indivíduos com deficiência. Identificaram-se também, os fatores relacionados a essa prática como o estresse parental, coparentalidade, parentalidade, relações conjugais, conflitos domésticos, adolescentes grávidas, cuidados com idosos, relações dos filhos perante a escola, relação dos filhos perante mãe violentada domesticamente e ambiente estressores. Conclui-se que a violência está sendo aceita como banal, integrando muitos relacionamentos sob a forma de manifestação afetiva, devendo-se problematizar e desconstruir essas associações.</p> <p>Palavras-chave: Violência Psicológica. Relações abusivas. Contexto Familiar.</p> Kaliane Gilioli Vieira Adriano Schlosser Taisa Trombetta DeMarco Fabiana Piccoli D’Agostini ##submission.copyrightStatement## 2019-05-03 2019-05-03 4 e20651 e20651 VIOLÊNCIA FÍSICA E EMOCIONAL NO CONTEXTO FAMILIAR: INFLUÊNCIAS NO COMPORTAMENTO DA MULHER E DOS FILHOS https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20652 <p>Este estudo investiga a violência na dinâmica relacional familiar, assim como suas influências, que exigem maior atenção social e elaboração de políticas que assegurem serviços de atenção e assistência às mulheres e filhos vítimas das violência física e psicológica. As consequências emocionais no desenvolvimento físico das crianças que presenciaram violência familiar são observadas e indicam possíveis respostas à permanência da mulher no relacionamento agressivo com seu cônjugue. A violência que aterroriza a família interfere no desenvolvimento físico e psicológico dos componentes desse níucleo e pode levar a uma “rede de violência”, transmitida através de gerações, consequentemente, afetando a sociedade como um todo. Quanto à metodologia de pesquisa, foi de cunho qualitativo e exploratório, de fonte secundária, baseado em levantamento bibliográfico, elaborado a partir de material já publicado, constituído principalmente por livros, artigos e revistas científicas.</p> <p>Palavras-chave: Violência Familiar. Mulher. Relacionamento. Criança.</p> Claudilene Rosa da Silva Taisa Trombetta DeMarco Adriano Schlosser Fabiana Piccoli D’Agostini ##submission.copyrightStatement## 2019-05-03 2019-05-03 4 e20652 e20652 ADULTIZAÇÃO X EROTIZAÇÃO INFANTIL VI CICLO DE DEBATES EM PSICOLOGIA DA UNOESC CAMPUS VIDEIRA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20046 <p>O objetivo do Ciclo de Debates em Psicologia é apresentar, refletir e debater temáticas da atualidade, junto com a comunidade acadêmica e sociedade civil, com o intuito de proporcionar discussões, reflexões, esclarecimento, conscientização e prevenção. Também promover um debate interdisciplinar com vistas a favorecer a formação de um profissional psicólogo competente para dialogar com outros profissionais, cientistas e refletir sobre as diferentes formas de conhecimento. O Ciclo de Debates em Psicologia parte de uma visão interdisciplinar, com bases científicas entre as diversas áreas das ciências, levantando reflexões sobre fenômenos ou temáticas, para melhor compreensão e aprofundamento junto com cada explanação proferida pelos painelistas. A metodologia do Ciclo de Debates em Psicologia envolve a contextualização a partir do protocolo de apresentação da temática ou fenômeno pesquisado e a exposição das comunicações, a partir de dois painéis temáticos. O primeiro envolve a apresentação de acadêmicos do Curso de Psicologia da Unoesc Campus Videira, referente ao fenômeno ou temática. O segundo envolve a apresentação de painelistas, que são profissionais e professores com experiência na área do fenômeno ou temática abordada, trazendo uma explanação teórica prática, estudos de casos clínicos, entre outros assuntos. O 6º. Ciclo de Debates em Psicologia teve como tema gerador “Adultização x Erotização Infantil”, assunto relevante na sociedade contemporânea. Foi realizado no dia 27 de agosto de 2018, por meio de uma mesa redonda composta por 02 (dois) acadêmicos (previamente selecionado por meio de elaboração de artigo sobre a temática pelos professores e pela coordenadora do curso de psicologia); 02 (dois) pedagogos e professores universitários; 01 (um) médico pediatra e 01 (uma mediador psicólogo). O debate ocorreu em dois momentos. A primeira parte iniciou com o académico Marcos Henrique Pereira de Paula da 2ª. fase do Curso de Psicologia da Unoesc Videira, que explanou sobre a Adultização e Erotização Infantil: a influência histórica e social. Após a acadêmica Thaiana Jombra da 6ª fase do Curso de Psicologia da Unoesc Videira,  explanou sobre a Mídia  e Erotização/Adultização infantil: Apontamentos Teóricos. Na sequência, o médico Amarildo Moro Ribas,fez sua explanação com base na visão da medicina e pediatria. Após as explanações, foi aberto espaço para comentários e perguntas para o público. Na segunda parte, o professor e coordenador do Curso de Pedagogia da Unoesc Videira, Geraldo Vieceli, proferiu sua comunicação acerca da percepção do processo de educação e a escola. O professor Idovino Baldissera, Presidente da Escola de Pais Seccional de Videira, proferiu sua comunicação acerca da percepção da família. Com base no debate, foi possíver verificar que, o comportamento prematuro de atividades e modelos de conduta do adulto, bem como a exteriorização forçada de uma sexualidade que não condiz com o desenvolvimento da infância, leva a um fim precoce desta fase, que seria a base para a formação da personalidade ao longo da vida da criança. Conceitualmente, erotização pode ser considerada o ato ou efeito de erotizar-se, enquanto a adultização seria um processo de antecipar o fim da infância. Interligado à sexualidade de crianças e adolescentes, encontra-se também o conceito de erotização precoce.  A importância do brincar e da imaginação na infância, quando substituídas por atividades, pensamentos e comportamentos que levam à adultização, produzem um vazio afetivo-emocional, muitas vezes irreversível, prejudicando o futuro desenvolvimento da adolescência e na fase adulta.A criança sofrerá com possíveis distorções da realidade, naquilo que concerne a autorealização da vida pessoal e também profissional. Freud (1905) e os demais autores das teorias da personalidade, indicam a importância da vivência saudável de cada uma das fases do desenvolvimento psicossexual para a evolução contínua ao logo da vida. Piaget (1923) também reforça as bases que definem as fases do desenvolvimento infantil, na possibilidade da melhor experiência de idiosincrasias e no aprendizado com a realidade acerca dos diferentes contextos. Nesse contexto, na atualidade, verifica-se cada vez mais um fenômeno desenfreado que leva à infância a um processo de adultização e erotização, com resultados muito prejudiciais na socialização, seja pela influência das mídias ou pelas famílias que não fazem o real discernimento da informação, negligenciando com comportamentos inadequados e hábitos pouco saudáveis ao produzir a dissociação da personalidade. Nos problemas mais graves, levam a neuroses e transtornos específicos na infância ou ainda a prática da pedofilia. Concebe-se que os contextos de reprodução midiática são uma grande influência na sociedade contemporânea, a qual consegue vender qualquer imagem para o público alvo, podendo ser manipulado pelo poder que a mídia tem perante a sociedade. Neste cenário, os veículos de comunicação de massa podem contribuir na estimulação da sexualidade em crianças e adolescentes, público alvo que, do ponto de vista desenvolvimental, não estão maduros para ter uma vida sexual ou para assumir as consequências resultantes da vida sexual ativa (CARVALHO, 2009). Ademais, o sistema dominante e políticas públicas que deveriam realizar um programa de profilaxia na área da saúde e educação desde a base da infância, muitas vezes se apresentam incapazes e até imprudentes, invertendo valores e inviabilizando a prática preventiva, educacional que traria o desenvolvimento da saúde física e psíquica da infância. Diante de todos estes fatos, qual será o caminho a seguir? O que é possível fazer para resgatar melhores hábitos de vida para a plena evolução da consciência na infância? Qual será o papel dos educadores, pais e especialistas para colaborar com o desenvolvimento da personalidade da infância no século XXI? O Ciclo de Debates oportunizou odebate ea reflexão pelos profissionais e público presente. As questões sobre a Psicologia do desenvolvimento foi o tema central discutido neste ciclo. Também, discutiu-se sobre a preocupação do papel da família, da escola, as novas formas de educar as emoções e tratar da sexualidade humana, reflexões importantes e pertinentes que marcaram a edição do 6º Ciclo de Debates em Psicologia.</p> Giancarlo De Aguiar Fabiana Piccoli D`Agostini Taisa Trombetta DeMarco Adriano Schlosser ##submission.copyrightStatement## 2018-12-18 2018-12-18 4 e20046 e20046 TRANSTORNOS ALIMENTARES (ANOREXIA E BULIMIA) X PADRÃO DE BELEZA O QUE VOCÊ VÊ QUANDO SE OLHA NO ESPELHO? V CICLO DE DEBATES EM PSICOLOGIA DA UNOESC CAMPUS VIDEIRA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20045 <p>O objetivo do Ciclo de Debates em Psicologia foi apresentar, refletir e debater temáticas da atualidade, junto a comunidade acadêmica e sociedade civil, com o intuito de proporcionar discussões, reflexões, esclarecimento, conscientização, prevenção, entre outros. Também promover um debate interdisciplinar com vistas a favorecer a formação de um profissional psicólogo competente para dialogar com outros profissionais, cientistas e refletir sobre as diferentes formas de conhecimento. O Ciclo de Debates em Psicologia parte de uma visão interdisciplinar, com bases científicas entre as diversas áreas das ciências, levantando reflexões sobre fenômenos ou temáticas, para melhor compreensão e aprofundamento junto com cada explanação proferida pelos painelistas. A metodologia do Ciclo de Debates em Psicologia envolve a contextualização a partir do protocolo de apresentação da temática ou fenômeno e a exposição das comunicações a partir de dois painéis temáticos. O primeiro envolve a apresentação de acadêmicos do Curso de Psicologia da Unoesc Campus Videira, referente ao fenômeno ou temática. O segundo envolve a apresentação de painelistas, que são profissionais com experiência na área do fenômeno ou temática, trazendo uma explanação teórica prática, estudos de casos clínicos, entre outros. O 5º. Ciclo de Debates em Psicologia em 2018.1 teve como tema gerador “Transtornos Alimentares (Anorexia e Bulimia) x Padrão de Beleza. O que você vê quando se olha no espelho?” A temática envolveu valores e ideias sobre padrões estéticos e o corpo ideal, presentes historicamente ao longo das sociedades. Atualmente, verifica-se que tais padrões ganham forma e se difundem através dos meios de comunicação, veiculando padrões de beleza socialmente aceitos e estimulados. Estes padrões divulgam, de maneira velada, valores associados à felicidade e sucesso, contribuindo para que as pessoas acreditem que serão mais felizes e terão mais sucesso, caso possuam um corpo bonito, por exemplo. Contudo, a busca excessiva pela beleza, nem sempre traz benefícios. Desta forma, o tema foi apresentado e debatido por professores e profissionais das áreas da Psicologia, Nutrição e Medicina. Teve também a apresentação de pesquisas acadêmicas proferidas por duas alunas do Curso de Psicologia da Unoesc Campus Videira. Em relação aos resultados, na primeira parte teve a apresentação de duas acadêmicas do Curso de Psicologia da Unoesc Campus Videira. Bruna Corrêa, aluna da 7ª. fase, explanou sobre a influência sócio-cultural nos Transtornos de Anorexia e Bulimia. Jordana dos Santos Saorin, aluna da 3ª. fase, apresentou sobre os Transtornos alimentares e a influência dos brinquedos (o corpo imaginário perfeito projetado nos brinquedos). O psicólogo e professor Dr. Adriano Schlösser explanou sobre o Transtorno dismórfico corporal encerrando o primeiro quadro. Na segunda parte, o médico Flávio Burg explanou sobre a estética da imagem corporal na cirurgia plástica e a nutricionista e professora Ana Paula Ariotti apresentou estudos de casos clínicos na área de Transtornos alimentares. Na discussão das pesquisas e da temática debatida entre os painelistas, verificou-se que há um grande número de pessoas insatisfeitas com sua aparência, sendo o público adolescente e jovens adultos os mais afetados. Este público tende a desenvolver, em muitos casos, transtornos psicológicos graves como Bulimia, Anorexia, Vigorexia, Transtorno dismórfico corporal, Depressão, bem como outros transtornos desencadeados por esta insatisfação. Ao final dessa explanação, houve um depoimento de uma acadêmica que estava prestigiando o evento, relatando sobre a dificuldade de conviver com a anorexia, falou das suas angustias, dos seus medos e da busca constante por tratamento. Para Schilder (1994), a imagem corporal é a figura do próprio corpo que forma a mente, ou seja, o modo pelo qual o corpo se apresenta. Anorexia nervosa e a Bulimia nervosa, são Transtornos alimentares caracterizados por um padrão de comportamento alimentar de controle patológico do peso corporal e por distúrbios da percepção do formato corporal. A Compulsão alimentar, outra manifestação do transtorno, atinge cerca de 3% da população brasileira. Segundo o Programa de Transtornos Alimentares do Hospital das Clínicas da USP (2001), na população feminina, o índice é de 0,5 à 1% que sofre de Anorexia e 1% a 2% de Bulimia. Por sua vez, o Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), é um transtorno relacionado a preocupações com a aparência, possuindo como fenômeno central, a preocupação com um defeito imaginado na aparência e mesmo que haja um mínimo defeito, a preocupação é extremamente acentuada, causando sofrimento significativo e/ou prejuízo no funcionamento da vida do indivíduo (MORYIAMA, AMARAL, 2007). A professora Fabiana Picolli D`Agostini, acompanhou e auxiliou o mediador, realizando o registro das explanações para elaboração, junto aos demais professores, do resumo que foi apresentado no Seminário de Iniciação Científica e Seminário Integrado de Ensino, Pesquisa e Extensão (SIEPE) da Unoesc Campus de Videira no mês de outubro. A professora Taisa Trombetta DeMarco, realizou a leitura do protocolo de abertura e também fez as considerações gerais no encerramento do Ciclo de Debates. O encontro contou com a presença de acadêmicos de vários cursos, professores e profissionais das áreas da Nutrição, Medicina e Psicologia. O 5ª. Ciclo de Debates oportunizou debate e reflexão pelos profissionais e público presente, aproximando os fatores psíquicos dos somáticos, as questões subjetivas da personalidade que levam a criar um corpo simbólico com direta interferência e comunicação ao limite e extremidade da relação do sujeito com a sua corporalidade e hábitos de vida. </p> Giancarlo De Aguiar Fabiana Piccoli D`Agostini Taisa Trombetta DeMarco Adriano Schlosser ##submission.copyrightStatement## 2018-12-18 2018-12-18 4 e20045 e20045 O NIVELAMENTO DE BIOLOGIA CELULAR NA PSICOLOGIA COMO BASE PARA A COMPREENSÃO DE GENÉTICA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20837 <p>No presente relato serão apresentados conceitos, estudos e experiências realizados durante a oficina de Nivelamento de Biologia Celular aplicado à Psicologia, oferecida em março de 2019 aos acadêmicos ingressantes do curso de Psicologia da Unoesc Videira. A prática teve como objetivo aprimorar os estudos em genética, visualizar os mecanismos das células, bem como, compreender melhor as práticas laboratoriais e se apropriar de conhecimentos aplicado ao estuda da célula.</p> Ariely Luiza Rodrigues Claudilene Rosa da Silva Emilly Caroline Oliverio Luana Boroski do Nascimento Vanessa Wegner Agostini Taisa Trombetta DeMarco ##submission.copyrightStatement## 2019-05-24 2019-05-24 4 e20837 e20837 AULAS DE BIOLOGIA CELULAR NO CURSO DE PSICOLOGIA: DA TEORIA À PRÁTICA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20836 <p>Nos dias 23 e 30 de março de 2019, os alunos da primeira fase do curso de Psicologia, que se inscreveram, puderam participar de uma oficina relacionada ao Nivelamento em Biologia Celular. Na aula teórica, foi possível aprender conceitos importantes relacionados à estrutura e funcionamento celular. Numa aula dinâmica, com canção e interação o tempo todo, foi possível aprender sobre o microscópio, como observar, suas peças e vizualizar as células de alguns vegetais, sangue, bochecha e lâminas histológicas. Para finalizar, ainda, foi extraído o DNA do tomate, para tornar mais lúdico o ensino de genética.</p> Aline Bettú Bechi Celine de Paula Lima Debora Ludimara do Amaral Mariê Elizabete Chiste Rafaela Padilha Vanessa Wegner Agostini Taisa Trombetta DeMarco ##submission.copyrightStatement## 2019-05-24 2019-05-24 4 e20836 e20836 OFICINA DE BIOLOGIA CELULAR NO CURSO DE PSICOLOGIA: DA CÉLULA À GENÉTICA https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/20835 <p>A Biologia Celular é uma subdivisão da Biologia, responsável pelo estudo da célula, que oportuniza importantes conhecimentos para entender o funcionamento dos processos biológicos. Nos dias 23 e 30 de março de 2019, a primeira fase do curso de Psicologia pode participar de uma oficina intitulada "Nivelamento de Biologia Celular Aplicado à Psicologia", que teve como objetivo complementar os conhecimentos biológicos, através de teorias e práticas, explorando principalmente a relação entre célula e genética.</p> Ana Julia Fadanni Camila Pelissari Julia Palaoro Tesk Lais s de Fátima Rodrigues Mariane Grando de Albuquerque Zat Vanessa Wegner Dagostini Taisa Trombetta DeMarco ##submission.copyrightStatement## 2019-05-24 2019-05-24 4 e20835 e20835