SÍFILIS CONGÊNITA

  • Daniela Winck Unoesc
  • Francieli Bassani UNOESC
  • Mariana Danieli Smaniotto UNOESC

Resumo

O objetivo do estudo foi retratar a Sífilis Congênita com ênfase nos aspectos epidemiológicos agravados no Brasil, utilizandoo processo de pesquisa bibliográfica. A Sífilis congênita, doença conhecida desde o século XV, vem crescendo muito nos últimos anos e causando grande preocupação para a Saúde Pública. Caracterizada como uma doença infectocontagiosa, sexualmente transmissível, responsável por graves repercussões para o concepto, principalmente quando acomete a gestante com pré-natal deficiente. Se não tratada, a sífilis pode prejudicar, além dos órgãos sexuais, outros diversos órgãos e sistemas. Demonstrando a grave situação do Brasil, o Boletim Epidemiológico de junho de 1998 a junho de 2016 demonstrou que foram notificados 142.961 mil casos de sífilis congênita. Existem muitas medidas de prevenção que devem ser orientadas pelos responsáveis por programas de saúde, com o intuito de reduzir o número de novos casos, e, principalmente incentivar a realizaçao de pré-natal.

Biografia do Autor

Daniela Winck, Unoesc

Professora Doutora Em Enfermagem

Unoesc Videira

Francieli Bassani, UNOESC
Farmacêutica Bioquímica, acadêmica do curso de pós-graduação em Análises Clínicas da Unoesc campus Videira.
Mariana Danieli Smaniotto, UNOESC
Biomédica, acadêmica do curso de pós-graduação em Análises Clínicas da Unoesc campus Videira

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Publicado
13-09-2017
Como Citar
Winck, D., Bassani, F., & Smaniotto, M. D. (2017). SÍFILIS CONGÊNITA. Anuário Pesquisa E Extensão Unoesc Videira, 2, e15407. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/15407
Edição
Seção
ACV Artigos