EFEITO DA TEMPERATURA E DO TEMPO DE RESIDÊNCIA NO RENDIMENTO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DE PROTEÍNA ISOLADA DE SOJA

Resumo

No processo de extração da proteína de soja pesquisa-se a solubilização do farelo desengordurado para obtenção de altos índices de rendimento. Nesse momento, o importante é conciliar temperatura e tempo de exposição do farelo ao cozimento, a fim de que se atinjam altos níveis de solubilização e baixos níveis de desnaturação da proteína contida no grão. Realizaram-se ensaios laboratoriais com o propósito de aferir os reflexos da
alternância do tempo de residência entre 1200, 1800 e 2400 segundos, e da temperatura entre 313, 323 e 333 K no rendimento da extração da proteína de soja. O farelo de soja foi moído e solubilizado em água num pH alcalino variando-se o tempo e a temperatura. Posteriormente as fibras foram
separadas por centrifugação e então em pH ácido, a proteína foi
decantada, centrifugada e seca em estufa. Efetuaram-se análises para quantificação da proteína e determinação do processo ótimo de extração. Os resultados foram submetidos a tratamento matemático, e calculou-se o rendimento teórico em temperaturas e tempos intermediários aos do planejamento experimental, verificando a correlação entre os resultados.
Houve maior rendimento na submissão do farelo de soja a uma temperatura de 333 K por 1200 segundos.
Publicado
29-08-2017
Como Citar
Silva, M. B., Maccari, C., Possenti, A., & Simonetto, R. (2017). EFEITO DA TEMPERATURA E DO TEMPO DE RESIDÊNCIA NO RENDIMENTO DO PROCESSO DE OBTENÇÃO DE PROTEÍNA ISOLADA DE SOJA. Anuário Pesquisa E Extensão Unoesc Videira, 2, e15295. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/15295
Edição
Seção
ACET Artigos