PSICOSSOMATIZAÇÃO NO TRABALHADOR

  • Adelise Ribas Morando Ribas Morando Unoesc
  • Gustavo Dal Pizzol Dal Pizzol Unoesc

Resumo

O comportamento do trabalhador há muito tempo vem sido melhor estudado e analisado. Desde a Revolução Industrial percebe-se uma atenção especial não apenas ao rendimento de cada colaborador, mas para como ele se sentia e vivenciava o ambiente de trabalho, levando em conta suas percepções. Nota-se a unicidade de cada ser humano, a relação entre corpo e mente, a totalidade do ser e que consequências as percepções do colabordaor trazem para as organizações. Diante da sociedade em que vive e, principalmente, pela maneira como é educado e treinado o indivíduo, com frequência, não consegue resolver seus conflitos conscientemente; então esses conflitos psíquicos interferem em seu soma. Quando não existe um equilíbrio entre a psique (mente) e o soma (corpo), o conflito é resolvido inconscientemente pela descarga no corpo, característica essa que define o fenômeno da psicossomatização. Para melhor visualizar a influência da psicossomatização no ambiente organizacional, fora realizada uma pesquisa de campo com profissionais da saúde do município de Videira (SC).

 

Palavras–chave: Trabalhador. Psicossomatização. Relação Corpo e Mente.

Biografia do Autor

Adelise Ribas Morando Ribas Morando, Unoesc
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Referências

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Publicado
16-03-2017
Como Citar
Morando, A. R. M. R., & Dal Pizzol, G. D. P. (2017). PSICOSSOMATIZAÇÃO NO TRABALHADOR. Anuário Pesquisa E Extensão Unoesc Videira, 2, e13131. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeuv/article/view/13131
Edição
Seção
ACV Resumos