REFUGIADOS E O COVID-19: A ATUAÇÃO DOS ESTADOS FRENTE À CRISE HUMANITÁRIA DURANTE A PANDEMIA

  • Alessandra Paloschi UNOESC
  • Vanessa Lopes da Luz

Resumo

A superlotação de campos de refugiados atrelado ao COVID-19, doença respiratória facilmente transmitida, traz à tona uma nova discussão sobre os direitos dos refugiados em meio à crise de saúde pública que atinge o mundo todo. Assim, o presente estudo teve como objetivo analisar como os países tem lidado com a crise de refugiados somada a crise do COVID-19. Por meio de artigos científicos, notícias oficiais, tratados internacionais e pesquisa bibliográfica, se buscou explanar como os refugiados são reconhecidos em âmbito mundial, a realidade em que se encontram e quais as medidas que são tomadas pelos Estados para sua proteção. Pode-se observar que os refugiados vêm sofrendo uma supressão de direitos ainda maior, uma vez que se encontram em campos de refugiados superlotados, sem acesso a condições básicas de saúde, impossibilitando de seguir as recomendações da OMS acerca do distanciamento interpessoal e higiene, para retardar a transmissão do vírus. Além disso, há uma continua discriminação e xenofobia para com os refugiados, somada ao fechamento das fronteiras na maioria dos países, e a recusa de chefes de estados a evacuarem campos de refugiados e fornecerem a ajuda necessária em meio à crise do COVID-19.

 

Palavras-chave: refugiados, COVID-19, campos de refugiados.

Publicado
22-06-2020
Como Citar
Paloschi, A., & Lopes da Luz, V. (2020). REFUGIADOS E O COVID-19: A ATUAÇÃO DOS ESTADOS FRENTE À CRISE HUMANITÁRIA DURANTE A PANDEMIA. Anuário Pesquisa E Extensão Unoesc São Miguel Do Oeste, 5, e24513. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/apeusmo/article/view/24513
Edição
Seção
Área da Ciência Jurídica – Artigos