https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/issue/feed Unoesc & Ciência - ACSA 2019-06-28T11:37:47+00:00 Tânia M. dos Santos Nodari tania.nodari@unoesc.edu.br Open Journal Systems <p>E ISSN 2178-3446</p> https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/20970 Folha de rosto 2019-06-28T11:37:34+00:00 Editora Unoesc editora@unoesc.edu.br <p>.</p> 2019-06-03T12:52:47+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/20969 Editorial 2019-06-28T11:37:34+00:00 Tania Maria dos Santos Nodari tania.nodari@unoesc.edu.br 2019-06-03T12:46:49+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/19754 Estilos de liderança de profissionais da área contábil 2019-06-28T11:37:35+00:00 Ricardo Luiz Barcarolo ricardoluizbarcarolo@hotmail.com Scheila Beatriz Sehnem scheila.sehnem@unoesc.edu.br <p>Há anos a temática liderança é explorada nos mais diversos meios, por meio de estudos e pesquisas. O cenário empresarial em crescente ascensão, seja geograficamente seja negocialmente, aflora nas organizações a competitividade. Nessa tentativa de compreender a liderança, a humanidade traçou um árduo caminho. O setor contábil, assim como a liderança, há tempos enfrenta transformações, sendo de processos, padrões e até mesmo de estereótipos, exigindo cada dia mais dos colaboradores. Diante dessa necessidade de aperfeiçoamento, buscou-se identificar dentro de um escritório contábil o estilo de liderança daqueles à frente de certos grupos de trabalho, identificando, ainda, seus comportamentos para com seus liderados. Trata-se de uma pesquisa qualiquantitativa, realizada com 10 líderes da organização, sendo todos graduados e possuindo pelo menos quatro liderados. Os instrumentos utilizados foram o Teste de Líderança – ALD, de Agostinho Minicucci, e um questionário de 30 questões para situar dentro dos estilos as características predominantes. Por fim, conclui-se que o estilo de liderança predominante é autocrático/autoritário, pois os líderes demonstraram ainda estar mais voltados à realização e à conclusão de tarefas.</p> 2019-06-28T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/20217 O perfil do egresso do curso de administração e a empregabilidade: um estudo na região meio-oeste de Santa Catarina 2019-06-28T11:37:37+00:00 Melissa De Oliveira melissadeoliveira@outlook.com.br Graciele Tonial graciele.tonial@unoesc.edu.br Juliano Danilo Spuldaro juliano.spuldaro@unoesc.edu.br <p>Este estudo tem como objetivo analisar se as habilidades e competências do perfil do egresso do Curso de Administração condizem com o perfil demandado pelas empresas e o mercado de trabalho. Relacionando os principais itens do perfil normatizado pelo conselho nacional de educação com demandas técnicas da profissão e do ambiente de negócios. A abordagem de pesquisa é caracterizada como qualitativa. Os dados foram coletados por meio de acesso a documentos eletrônicos e entrevistas em profundidade, com roteiro semiestruturado. Para análise dos dados se utilizou da técnica de análise de conteúdo por meio da categorização das variáveis, e uso da estratégia de triangulação de dados. Os resultados delimitam como principais competências esperadas pelo mercado de trabalho: empreendedorismo, comportamento empreendedor, liderança e visão sistêmica. Acredita-se ser necessário utilizar metodologias ativas no processo de ensino-aprendizagem, inserindo práticas que proporcionem maior aproximação entre a academia e as empresas.</p> 2019-06-28T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/16565 Organização espacial para a vida em comunidade nas moradias estudantis 2019-06-28T11:37:39+00:00 Paloma Lissa Dal Prá palomaldp@gmail.com Jaqueline Taube jaqueline.taube@unoesc.edu.br <p>Desde o surgimento das universidades, houve a necessidade de deslocamento dos estudantes das suas cidades de origem até os centros onde as universidades são instaladas. Atualmente, esse deslocamento continua acontecendo, fazendo com que as pessoas busquem universidades fora de sua cidade, estado ou país para frequentar cursos superiores, e muitos desses estudantes optam por fixar moradia na cidade onde a universidade está instalada, em razão da distância ou dificuldade de deslocamento no dia a dia. Dessa forma, muitas universidades disponibilizam moradias estudantis para estudantes oriundos de outras cidades, facilitando o seu estabelecimento e adaptação à nova vida distante do seio familiar. Diante disso, essa pesquisa buscou conhecer as moradias estudantis de alguns países da Europa e dos Estados Unidos e de algumas regiões do Brasil, a fim de compreender sua organização espacial e como esta contribui para o desenvolvimento do senso de comunidade entre os estudantes moradores e, consequentemente, a sua adaptação a essa nova etapa da vida acadêmica.</p> 2019-06-28T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/15915 Percepção dos fatores motivacionais de Maslow no contexto organizacional 2019-06-28T11:37:41+00:00 Ivonez Xavier de Almeida ivonez.almeida@unoesc.edu.br Franciel Levi Schelske franciel.schelske@gmail.com Ardinete Rover ardinete.rover@unoesc.edu.br <p>O artigo se propôs a identificar em que nível os fatores motivacionais descritos por Abraham Maslow são percebidos em uma determinada organização. Inicialmente foram relacionadas as características de cada nível da Pirâmide com o ambiente fora e dentro do contexto do trabalho. A empresa escolhida para a realização da pesquisa se situa no Oeste de Santa Catarina e tem como atividade principal o comércio supermercadista. O instrumento de pesquisa utilizado foi um questionário estruturado e aplicado aos colaboradores que ocupam cargos de liderança dentro da referida organização. A população abrangia 45 lideranças, e a amostra final foi composta por 40 respondentes. Os resultados mais relevantes da pesquisa apontam para uma satisfação geral em todos os fatores motivacionais avaliados, sendo apenas o fator Remuneração (que integra o nível das necessidades de segurança) o que teve maior divergência de opiniões. Os níveis referentes às necessidades sociais e de estima apresentaram os melhores resultados na amostra estudada. Conclui-se, no âmbito dessa amostra, que há uma satisfação elevada quanto à percepção dos fatores motivacionais no grupo de lideranças da organização avaliada.</p> 2019-06-28T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/19077 Relação entre desempenho organizacional e competências empreendedoras nas empresas prestadoras de serviços contábeis 2019-06-28T11:37:43+00:00 Ana Maria Bordignon Tecchio anamariabt@gmail.com Sabrina Nascimento sabnascimento@gmail.com Fernando Zatt Schardosin ferzatt@yahoo.com.br <p>Este artigo busca estudar a relação entre o desempenho organizacional das empresas prestadoras de serviços contábeis de Quilombo, SC e as competências empreendedoras de seus colaboradores, conforme o estudo de Lenzi (2008). A amostra do estudo compreende 19 colaboradores que atuam em duas empresas prestadoras de serviços contábeis, situadas na Cidade de Quilombo, SC, que responderam ao instrumento de autopreenchimento durante o primeiro semestre de 2017. A pesquisa descritiva de levantamento ou <em>survey</em> adota uma abordagem quantitativa para a análise dos dados coletados. Os resultados apontam que as competências mais recorrentes nos colaboradores analisados foram: fazem as coisas antes do solicitado; agem para reduzir os riscos ou controlar os resultados; encontram maneiras de fazer as coisas melhor e/ou mais rápido, ou mais barato; agem repetidamente ou mudam de estratégia a fim de enfrentar um desafio ou superar um obstáculo; esforçam-se para manter os clientes satisfeitos, colocando em primeiro lugar a boa vontade em longo prazo; consultam os especialistas para obter assessoria técnica na situação de maiores dúvidas; estabelecem metas e objetivos que são desafiantes e que têm significado pessoal; mantêm registros financeiros de tais serviços prestados, controladamente; e agem para manter relações com clientes. Com relação às competências, observou-se a mesma pontuação entre os colaboradores que mantêm o ponto de vista, mesmo diante da oposição ou de resultados inicialmente desanimadores; e, expressam confiança na própria capacidade de completar uma tarefa difícil ou de enfrentar um desafio.</p> 2019-06-28T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/20162 Um comparativo entre uma carteira de investimento teórica e os investimentos praticados por um grupo de investidores 2019-06-28T11:37:45+00:00 Camila Camargo Aguiar camila.aguiar@unoesc.edu.br Jeferson Luiz Souza Scalco jefersonscalco@outlook.com Marcelo Farheer Caleffi marcelo.caleffi@unoesc.edu.br Andrezza Ap. Saraiva Piekas andrezzapiekas@gmail.com Lidiane Cassia Comin lidiane.otimizze@gmail.com <p>&nbsp;O estudo objetiva comparar em termos de desempenho os investimentos praticados por um grupo de investidores, com uma carteira de investimentos teórica. Por meio de uma pesquisa descritiva e abordagem quantitativa, o estudo foi realizado mediante uma survey, cujo instrumento de pesquisa foi um questionário eletrônico. A amostra foi composta por 119 empresários de um Município do Estado de Santa Catarina, e para analisar os dados utilizou-se a técnica de análise descritiva. A poupança destaca-se como o investimento mais representativo, com 82% dos investimentos praticados, o que indica predominância do perfil conservador, dessa forma criada a carteira de investimentos teórica, composta por quatro investimentos, em que são comparados com o indexador Certificado de Depósito Interbancário (CDI). O acompanhamento da carteira com a finalidade de comparação com a poupança leva em consideração um período de 24 meses. A rentabilidade da carteira de investimentos é definida por uma média ponderada entre os rendimentos dos investimentos. No comparativo é possível observar a evolução das rentabilidades no período de 24 meses, sendo que a carteira teórica desenvolvida fica acima do CDI, ultrapassando os 32% de rentabilidade, no entanto, a poupança, por sua vez, tem 15,06% de rentabilidade, viabilizando, desse modo, a carteira de investimento teórica.</p> 2019-06-28T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement##