CLIMA ORGANIZACIONAL: UMA VISÃO A PARTIR DOS TERCEIRIZADOS NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICO-PRIVADAS

  • artemio trintinaglia unoesc

Resumo

O trabalho é um estudo de clima organizacional com foco em funcionários terceirizados, voltado à análise do ambiente interno a partir do levantamento de suas necessidades, com o objetivo de mostrar aspectos críticos que configuram o momento motivacional. Nesse intuito, foram pesquisados 21 funcionários terceirizados, em diversas organizações público-privadas, e estes responderam a um questionário com perguntas fechadas de múltipla escolha e perguntas descritivas. Nos resultados, configura-se que há um relacionamento no ambiente de trabalho considerado amigável entre os funcionários e estes são receptivos às opiniões alheias e dispostos a auxiliar uns aos outros nas atividades diárias. Também, os terceirizados estão cientes da importância de fazerem suas atividades com qualidade, embora poucos coloquem todo o seu potencial à disposição da organização. Mas o estudo também mostra falhas na gestão dos terceirizados como: falta de elogios sobre a execução do trabalho; má distribuição das tarefas e acometimento dos funcionários em participar das decisões que afetam o trabalho. Conclui-se, portanto, que o trabalho analisou e descreveu variáveis internas relacionadas ao clima organizacional de funcionários terceirizados que atuam em organizações público-privadas na cidade de Xaxim, SC, o qual indica que ainda há muito para os gestores fazerem e que se possa implantar ações corretivas, visando à obtenção de excelência na qualidade dos produtos e serviços prestados à sociedade.

Palavras-chave: Gestão de pessoas. Clima organizacional. Terceirizados.

Biografia do Autor

artemio trintinaglia, unoesc
professor titular de administracao Unoesc Xanxere
Publicado
26-06-2014
Como Citar
trintinaglia, artemio. (2014). CLIMA ORGANIZACIONAL: UMA VISÃO A PARTIR DOS TERCEIRIZADOS NAS ORGANIZAÇÕES PÚBLICO-PRIVADAS. Unoesc & Ciência - ACSA, 5(1), 55-62. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acsa/article/view/4300