https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/issue/feed Unoesc & Ciência - ACHS 2018-12-20T11:25:47+00:00 Claudio Orço claudio.orco@unoesc.edu.br Open Journal Systems <p>E-ISSN 2178-3438</p> https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/19981 Folha de Rosto 2018-12-20T11:25:39+00:00 admin Caren Scalabrin editora@unoesc.edu.br Folha de Rosto 2018-12-20T11:25:39+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/19980 Editorial 2018-12-20T11:25:39+00:00 Claudio Luiz Orço claudio.orco@unoesc.edu.br Editorial 2018-12-20T11:25:39+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/16801 A perspectiva de pertencimento familiar para adolescentes institucionalizados 2018-12-20T11:25:40+00:00 Sheila Cristina Teixeira sheilacristina89@hotmail.com Leonora Vidal Spiller leonoraspiller@yahoo.com <p>No presente artigo teve-se por objetivo compreender a percepção de pertencimento familiar em adolescentes institucionalizados. Pertencer a uma família pode dizer respeito ao quanto a criança ou o adolescente recebeu a devida atenção e cuidados por parte dos pais ou responsáveis. O fato de ser institucionalizados pode, ou não, afetar o sentimento de pertencer ainda à família, até pela ideia que as crianças e adolescentes têm que os pais irão buscá-los, visto que o abrigo é algo que deveria ser provisório. Para melhor entendimento foram abordados os temas como suporte familiar, vínculos afetivos e motivos que levam os adolescentes à institucionalização. Com o intuito de alcançar resultados mais satisfatórios, a pesquisa foi qualitativa e exploratória, o método de coleta de dados foi um estudo de caso e a análise destes realizou-se por meio do método de análise de conteúdo. Os sujeitos foram quatro adolescentes institucionalizados, com idades de 12 a 16 anos. Pode-se notar que a percepção de pertencimento existe para os adolescentes e, está ligada ao afeto que receberam, durante o acolhimento ou, por meio de sua família de origem. O que se evidenciou é a dificuldade em identificar à qual família pertencem, se é ao abrigo ou à família em que estão afastados temporariamente. Isso, possivelmente, por não terem recebido o suporte familiar considerado adequado.<strong></strong></p><p>Palavras-chave: Adolescentes institucionalizados. Família. Pertencer.</p> 2018-12-20T11:25:40+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/16628 Correlação entre a Psicologia e os princípios da Bioética 2018-12-20T11:25:41+00:00 Jordana dos Santos Saorin josaorinJD@gmail.com Claudio Bertotto claudio.bertotto@unoesc.edu.br <p>No presente artigo teve-se como tema a Bioética, delimitando-se na correlação entre seus princípios e a Psicologia. Objetiva-se levar conhecimento aos profissionais da área para que aperfeiçoem a relação com seus pacientes e com outros envolvidos no processo de atendimento. Os princípios da Bioética – autonomia, justiça, não maleficência e beneficência – fornecem uma proposta para o modo de agir e pensar do psicólogo, dessa forma, auxiliando em seu trabalho. Neste artigo aborda-se a consolidação do conceito de Bioética, a Psicologia e seus campos de atuação, os princípios bioéticos e a relação destes com a área psicológica. O tema proposto aqui, além de ser uma forma de ampliar o conhecimento acerca do assunto, pode contribuir para a sociedade de modo geral, mas, mais especificamente, para como os indivíduos são atendidos diante de suas necessidades.</p><p>Palavras-chave: Bioética. Princípios. Psicologia. Atendimento.</p> 2018-12-20T11:25:41+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/16742 Descobrir-se adotado 2018-12-20T11:25:42+00:00 Natana Guinzelli na_guinzelli@hotmail.com Aline Aparecida Campigotto Hack aaline.campigotto@hotmail.com <p>Adotar é uma experiência humana complexa, assim como toda paternidade e maternidade. A finalidade da adoção é oferecer um ambiente familiar favorável ao desenvolvimento de uma criança, que por algum motivo, ficou privada de sua família biológica na condição de filho. É comum na maioria dos casos de adoção alguns pais adotivos ocultarem a verdade, retardá-la ou até mesmo deixar que ela seja descoberta por meio de outras pessoas, o que pode influenciar na formação psicossociocognitiva da criança. Nesta pesquisa teve-se o objetivo de compreender o processo da descoberta da adoção em três sujeitos que se descobriram adotados entre os 07 e os 18 anos de idade. Como método para a coleta de dados foram desenvolvidas entrevistas semiestruturadas, a análise de dados ocorreu a partir de Bardin (2016), sendo que os indivíduos foram contatados por meio da técnica Snowball. As implicações éticas desta pesquisa foram mínimas, pois os direitos dos participantes estiveram garantidos, já que todas as informações foram consentidas mediante o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Conclui-se, neste estudo, que se descobrir adotado é algo complexo e que pode desencadear vários tipos de comportamentos e sentimentos, como tristeza, luto e revolta no filho adotivo, porém, não existe um padrão de sentimentos e comportamentos a ser manifesto por intermédio dessa descoberta, mas, sim, reações influenciadas conforme a personalidade do indivíduo, suas crenças e até mesmo a cultura na qual está inserido.</p><p>Palavras-chave: Adoção. Descoberta. Compreender.</p> 2018-12-20T11:25:42+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/19978 Diferenças individuais no processo de aprendizagem em sala de aula 2018-12-20T11:25:44+00:00 Claudio Luiz Orço claudio.orco@unoesc.edu.br Elizandra Iop elizandra.iop@unoesc.edu.br Neli Aparecida Gai neli.gai@unoesc.edu.br <p>A diversidade individual em sala de aula está representada por alunos que apresentam um comportamento diferenciado daquele tido pela escola como o comportamento ideal para a aprendizagem, o que faz com que muitos alunos não sejam contemplados com a aprendizagem mediante a sua condição de diferentes. Mediante essa problematização, organizou-se este trabalho com o objetivo de analisar como a diversidade individual vem sendo discutida no âmbito teórico por intelectuais do campo da educação, psicologia e das ciências sociais. Assim, neste trabalho teve-se como metodologia a pesquisa bibliográfica em estudos de autores que investigam a diversidade individual no contexto educacional. Neste trabalho teve-se como categoria de análise a diversidade individual no processo de aprendizagem em âmbito de sala de aula. Conclui-se, por meio de análise, que esta temática é de extrema necessidade para efetivar o direito à educação dos que são tidos pela escola e pelos professores como diferentes no processo de aprender.</p><p>Palavras-chave: Diferenças individuais. Processo pedagógico. Sala de aula.</p> 2018-12-20T11:25:44+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/16764 Processo, democracia e complexidade: algumas reflexões 2018-12-20T11:25:45+00:00 Paulo Junior Trindade dos Santos pjtrindades@hotmail.com César Marció cesar.marcio1975@hotmail.com Gabriela Samrsla Möller gabi.moller@hotmail.com <p>O Direito Público voltado a uma epistemologia constitucional oportunizou a abertura das portas do Judiciário, o que foi feito pela garantia do acesso à justiça quando da ameaça ou lesão ao direito, ensejando o fortalecimento do Processo Civil, pois passou a absorver os fenômenos vários trazidos ao Judiciário. O Processo Civil contemporâneo é capaz de aderir ao direito para além da lei, por sua peculiar dinamicidade que tem como alvorecer as complexidades sociais não alcançadas pelo direito positivado. Essas complexidades apresentam-se via fenômenos conflituais trazidos ao processo pela juridicização da vida, objetivando conformação adaptativa existencial. O processo, nesse contexto, transformou-se na vocação desse novo tempo, eis que apresenta um canal para o exercício da democracia participativa. Para explicitação dos temas narrados, neste artigo se seguirá, como metodologia, a hermenêutica-fenomenológica e se analisará o processo civil sob a perspectiva constitucional, tendo como mote a efetivação de uma participação democrática que propicie a necessária abertura de um núcleo existencial no direito.</p><p>Palavras-chave: Processo civil. Complexidades sociais. Democracia participativa.</p> 2018-12-20T11:25:45+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/16803 Relato de experiência: oficina de sexualidade com estudantes de uma escola de educação especial do Oeste de Santa Catarina 2018-12-20T11:25:45+00:00 Fábio Augusto Lise fabio.lise@unoesc.edu.br Aline Teixeira alinexe@hotmail.com Ana Paola Grando ana.grando@unoesc.edu.br Cleocimar Aigner Paludo cleocimar.paludo@unoesc.edu.br <p>Este artigo está vinculado à linha de pesquisa Psicologia, Saúde e Ambiente do Grupo de Pesquisa em Estudos da Saúde, Ambiente, Esporte e Sociedade e trata-se de um relato de experiência de uma Estágio Supervisionado na Área da Psicologia Social, realizado em uma escola de educação especial de uma cidade do Oeste de Santa Catariana. O psicólogo que atua junto às pessoas com deficiência se dedica a desenvolver atividades e estratégias para que essa população possa ser inserida no convívio social. Assim, por meio da realização de um psicodiagnóstico institucional, pôde-se perceber a necessidade de planejar intervenções com a temática sexualidade com os educandos adolescentes e adultos jovens que frequentavam o espaço. Utilizaram-se atividades lúdicas para contribuir na construção de conhecimentos nos usuários sobre o conceito de sexualidade e a expressão de seus desejos sexuais. Pôde-se analisar que a após a intervenção os estudantes entenderam que seus impulsos sexuais não precisam ser reprimidos, e que existem espaços públicos e privados onde essas atitudes e expressões de sexualidade podem ou não ser exercidas.</p><p align="left">Palavras-chave: Educação especial. Pessoas com deficiência. Sexualidade. Psicologia social.</p> 2018-12-20T11:25:45+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/achs/article/view/19979 Sensibilização para a prática de valores na Educação Básica: uma perspectiva interdisciplinar 2018-12-20T11:25:47+00:00 Adriana Cristina da Cruz Schneider claudio.orco@unoesc.edu.br Marco André Serighelli claudio.orco@unoesc.edu.br <p>No presente trabalho propõe-se a sensibilização para a prática de valores na educação básica, partindo do pressuposto de que a educação em valores deve ser vivenciada pelos educandos. Da mesma forma que o ambiente familiar atribui valores aos indivíduos, a escola também proporciona um ambiente passível de sensibilização para a prática de valores, utilizando atividades as quais tragam ao ambiente escolar situações/problemas que podem ser solucionados a partir da ação coletiva, incentivando o trabalho em equipe, a cooperação entre os indivíduos e o respeito mútuo. No trabalho apresenta-se, em um primeiro momento, uma revisão bibliográfica baseada em alguns autores e na própria Lei de Diretrizes e bases da Educação, a fim de certificar o direito dos educandos sobre a educação em valores.</p><p>Palavras-chaves: Licenciatura em Pedagogia. Sensibilização. Valores. Educação. Criança.</p> 2018-12-20T11:25:47+00:00 ##submission.copyrightStatement##