Influência de diferentes velocidades de semeadura no estabelecimento da cultura do milho (Zea mays L.)

  • Leocemar Andrade Bellé Unochapeco - Universidade
  • Hedina Lurdes Desordi Unochapecó
  • Cristiano Reschke Lajús Unochapecó
  • Eduardo Ansolin Unochapecó
  • Valdir Maldaner BRFoods
  • Gean Lopes da Luz Unochapecó

Resumo

Velocidades acima do recomendado podem aumentar o número de falhas e de sementes duplas na lavoura, o que acaba prejudicando a uniformidade na distribuição das sementes, bem como velocidades muito abaixo acabam reduzindo o aproveitamento do tempo de realização da semeadura da cultura. O objetivo deste trabalho foi avaliar o estabelecimento da cultura do milho em função de diferentes velocidades de semeadura. O experimento foi conduzido no Município de Nova Itaberaba, SC. Os tratamentos do experimento foram T1: 3 Km/h; T2: 6 Km/h (testemunha); T3: 9 Km/h e T4: 12 Km/h. O experimento foi realizado em um delineamento experimental em blocos casualizados com quatro repetições, arranjados em faixas. Para a determinação da velocidade de emergência da cultura foi realizada a observação do estádio germinação e emergência. Após a semeadura foi realizada a contagem das plântulas germinada na área útil de cada parcela. Para a distribuição longitudinal das sementes foi realizada a medição de todas as distâncias entre as sementes da área útil de cada parcela. Os dados coletados serão submetidos à análise de variância pelo teste F, pelo software Sisvar e análise de regressão. Nas condições estabelecidas pelo experimento foram obtidos resultados que comprovam a variabilidade da semeadura em função da velocidade de plantio sobre o sulco. O experimento determinou resultados que permitem concluir que as velocidades de semeaduras influenciam 82,2% na distribuição longitudinal das sementes, com destaque para as velocidades 3 e 6 Km/h, que apresentaram 18,63% de emergência.  

Palavras-chave: Milho. Velocidades de semeadura. Estabelecimento cultural.

Biografia do Autor

Leocemar Andrade Bellé, Unochapeco - Universidade
Graduação em Administração pela Universidade do Oeste de Santa Catarina, Brasil(2012)
TÉCNICO EM AGROPECUÁRIA E EXTENSÃO RURAL do BRF - Brasil Foods , Brasil
Hedina Lurdes Desordi, Unochapecó

Possui graduação em Agronomia pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó (2014). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Agronomia

 
Cristiano Reschke Lajús, Unochapecó

Engenheiro Agrônomo, formado em 02 de março de 2002 pela Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), Chapecó, SC. Os cursos de Mestrado e Doutorado em Agronomia, área de concentração em Produção Vegetal, na Universidade de Passo Fundo foram concluídos em fevereiro de 2004 e outubro de 2010. Atualmente é Coordenador do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu Doutorado (DINTER) em Ciência e Engenharia de Materiais UFSCar/Unochapecó e professor do Mestrado em Tecnologia e Gestão da Inovação da Universidade Comunitária de Chapecó e da Universidade do Oeste de Santa Catarina. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Produção Vegetal e Agricultura de Precisão.

 
Eduardo Ansolin, Unochapecó
Possui graduação em Agronomia pela Universidade Comunitária da Região de Chapecó. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Agronomia
Valdir Maldaner, BRFoods
Possui graduação em Agronomia pela Universidade de Passo Fundo - UPF. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Agronomia
Gean Lopes da Luz, Unochapecó
Possui Mestrado e Doutorado em Produção Vegetal pelo PPGA da UFSM (2007 e 2011). Engenheiro Agrônomo formado na Universidade Federal de Santa Maria (2005), atualmente é professor do PPG em Tecnologia e Gestão da Inovação da UNOCHAPECÓ. Tem experiência em agronomia com ênfase em Produção Vegetal, Nanotecnologia aplicada à agricultura, Agrometeorologia, Ecofisiologia Vegetal, Culturas de Inverno, Hidroponia, Agricultura de Precisão.
Publicado
20-12-2018
Como Citar
Bellé, L., Desordi, H., Lajús, C., Ansolin, E., Maldaner, V., & Luz, G. (2018). Influência de diferentes velocidades de semeadura no estabelecimento da cultura do milho (Zea mays L.). Unoesc & Ciência - ACET, 9(2), 147-154. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acet/article/view/16790