Desempenho da alface americana sobre cobertura morta de azevém e nabo forrageiro

  • Adriana Aparecida da Silva
  • Juliana da Silva
  • Gilberto Luiz Curti UNOESC-XANXERÊ
  • Cristiano Nunes Nesi

Resumo

No presente trabalho teve-se como objetivo avaliar o efeito dos diferentes volumes de cobertura morta de azevém e nabo forrageiro sobre o desenvolvimento da alface americana Lactuca sativa cv. “Lucy Brown”. O trabalho foi conduzido no Município de Xanxerê, SC, entre setembro e novembro de 2016. Foi utilizado o delineamento experimental blocos casualizados, com quatro tratamentos e três repetições. Os tratamentos foram: solo descoberto, solo coberto com massa verde de azevém mais nabo forrageiro nas quantidades de 2,5 t/ha, 5,0 t/ha e 8 t/ha. Para avaliar o desenvolvimento da alface foram efetuadas avaliações a cada sete dias do comprimento (mm) e largura (mm) das plantas úteis utilizando o paquímetro, até o momento da colheita. A colheita foi feita quando as plantas apresentaram o máximo desenvolvimento vegetativo. O procedimento utilizado para a realização da colheita consistiu em cortar a haste da planta logo abaixo das folhas basais, rente ao solo. No momento da colheita, aos 60 dias após o transplante das mudas, foram avaliadas todas as folhas das plantas úteis para determinar o comprimento e a largura de cada folha produzida pela planta, utilizando-se o paquímetro; posteriormente, efetuou-se a contagem do número de folhas produzidas por cada planta útil, com tamanho superior a 40 mm. Em relação ao peso seco de cada cabeça, foi obtido da parte aérea de cada planta, após secagem em estufa de ar forçada a 65 °C por 72 horas. Conforme análise, os resultados obtidos no estudo não apresentaram diferenças significativas para os parâmetros avaliados no desenvolvimento como comprimento e largura de folha e nem para os parâmetros estudados na colheita. Possivelmente houve influência genótipo versus ambiente. Recomenda-se que mais estudos sejam realizados, para que dessa forma sejam comprovados os benefícios do azevém e do nabo forrageiro como cobertura morta no desenvolvimento da cultura da alface em cultivo a céu aberto.

Palavras-chave: Adubos verdes. Lactuca sativa.

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Biografia do Autor

Gilberto Luiz Curti, UNOESC-XANXERÊ
Mestre em Agronomia, Área de Concentração Produção Vegetal, pela UTFPR - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (2010). Graduado em Agronomia pela UNOCHAPECÓ - Universidade Comunitária Regional de Chapecó (2004). *Possui experiência nas áreas de Agronomia: Já atuou nas áreas de Horticultura como paisagismo, produção de flores e plantas ornamentais, olericultura, fruticultura e florestas bem como plantas forrageiras, marketing, capacitação de produtores e técnicos, difusão de tecnologias e eventos na EPAGRI/Chapecó. *Atua atualmente na EPAGRI - Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A; como responsável pelo CEPA/Chapecó - Centro de Socieconomia e Planejamento Agrícola de Santa Catarina, na Região Oeste, (http://cepa.epagri.sc.gov.br/). *Atualmente também Professor de Olericultura, Fruticultura, Floricultura e Paisagismo e Ergonomia e Segurança no Trabalho, na UNOESC -Universidade do Oeste de Santa Catarina. Agronomia/Campus de Xanxerê.
Publicado
28-06-2018
Como Citar
Silva, A. A. da, Silva, J. da, Curti, G. L., & Nesi, C. N. (2018). Desempenho da alface americana sobre cobertura morta de azevém e nabo forrageiro. Unoesc & Ciência - ACET, 9(1), 23-30. Recuperado de https://portalperiodicos.unoesc.edu.br/acet/article/view/15287